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Após fechamento recorde, Dólar volta a subir e bate R$ 5,74 com demissão de Moro

A cotação desta quinta-feira (23) fechou a R$ 5,52

Band Mais

11h45 - 24/04/2020

Atualizado há 1 mês

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Em meio as notícias da demissão do ministro da Justiça, Sérgio Moro, o mercado econômico reagiu extremamente mal à isso. O Dólar bateu o recorde histórico nesta quinta-feira (23), fechando a R$ 5,52.

Nas operações na manhã desta sexta-feira (24), o Dólar voltou a subir e atingiu um novo recorde de todo o plano real, sendo cotado a R$ 5,74.

Toda essa alta se deu pelos rumores do pedido de demissão de Sérgio Moro do cargo de ministro da Justiça, que, aos olhos de analistas e investidores, enfraquece o combate a corrupção por parte do Governo Federal, uma das bandeiras do presidente Jair Bolsonaro em sua campanha e, até por isso, a escolha do juiz para assumir a pasta em seu governo.

Durante toda a quinta-feira (23), a Bolsa de Valores de São Paulo operou em alta por causa das notícias que pipocavam na imprensa da demissão.

Com a exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, publicada no Diário Oficial da União, Maurício Valeixo, o, agora ex-ministro, Sérgio Moro convocou uma coletiva para o final da manhã desta sexta-feira (24), na qual anunciou a sua saída do governo.

Assim, a operação do Dólar chegou ao patamar de R$ 5,74 às 15h44 de hoje, a maior cotação da história do Real. Para conter a subida e até um fechamento maior do que no dia anterior, o Banco Central anunciou leilões de linha dólar e de contratos de swap cambial para rolagem de vencimentos, com oferta de US$ 3,5 bilhões.

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