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Foto:PontePress/ÁlvaroJr

Esporte

Após nova derrota, Ponte Preta vive momento de turbulência

Pronunciamento do gerente de futebol e confusões após o apito final marcaram o domingo da Macaca

Band Mais

16h07 - 28/10/2019

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A Ponte Preta perdeu para o Vitória por 2 a 1, no Moisés Lucarelli, e chegou ao terceiro jogo consecutivo sem vitória. Dentro de campo, os visitantes abriram o placar com Wesley após desatenção da zaga alvinegra. Roger, de pênalti, empatou para a Macaca e Jordy Caicedo, nos acréscimos, ampliou para o Leão.

E a coletiva de Gilson Kleina após o jogo veio acompanhada de um forte pronunciamento do gerente de futebol da Ponte Preta. Gustavo Bueno disse que ainda não havia conversado com os diretores do clube, mas deixou claro: “o que aconteceu hoje aqui, não vamos deixar passar da maneira que foi. Um desrespeito com a torcida da Ponte Preta, com a entidade. A gente, com um atleta a mais em campo e a maneira como foi (…) nós não podemos achar que uma situação dessa é normal”.

Agora, com 41 pontos, a Ponte ocupa a décima posição e vê a diferença para o G-4 aumentar para 7 pontos. O time precisa de uma campanha perfeita de 7 vitórias nas últimas 7 rodadas para subir.

Mas o jogo não ficou marcado apenas pelo futebol. O árbitro da partida, Adriano Barros Carneiro, relatou uma confusão após o apito final envolvendo torcedores da Macaca no Moisés Lucarelli.

No documento são três irregularidades apontadas pelo delegado Agnaldo Vieira. O primeiro é que torcedores invadiram a sala de musculação do estádio e quebraram a porta de vidro utilizando um extintor de incêndio. O segundo ponto foi a confusão na entrada principal com direito a intervenção da Polícia Militar com bombas de efeito moral para o controle da situação. O terceiro ponto que está em anexo foi a tentativa frustrada de torcedores que estavam na zona das organizadas passarem para outro setor.

Com a súmula registrada no sistema da CBF o próximo passo será analise dos promotores do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para saber se uma denúncia será apresentada contra o clube. A Macaca pode ser julgada no artigo 213, parágrafo terceiro, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD): “Deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir lançamento de objetivos no campo ou local da disputa do evento”. A pena por esse descumprimento varia de um a 10 jogos de perda de mando de campo e multa de R$ 100 a R$ 100 mil.

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