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Após pedido de Bolsonaro em cadeia de rádio e TV, organizadores suspendem manifestações de domingo

"Queremos um povo atuante e zeloso com a coisa pública, mas jamais podemos colocar em risco a saúde da nossa gente.”, disse presidente

Agência Brasil, Band Mais

06h17 - 13/03/2020

Atualizado há 15 dias

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Organizadores dos atos de apoio ao governo Bolsonaro marcados para o próximo domingo, dia 15 de março, decidiram adiar as manifestações que ocorreriam em todo o país após pronunciamento por meio de pronunciamento em rádio e TV do presidente Jair Bolsonaro. A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) informou que uma nova data para os atos nas ruas será marcada futuramente.

O presidente, nesta quinta-feira (12), que pediu que a população brasileira, diante da decretação da pandemia de coronavírus, repensasse a ida às manifestações previstas.

“Os movimentos espontâneos e legítimos, marcados para o dia 15 de março, atendem aos interesses da Nação. Balizados pela lei e pela ordem, demonstram o amadurecimento da nossa democracia presidencialista e são expressões evidentes de nossa liberdade. Precisam, no entanto, diante dos fatos recentes, ser repensados. Nossa saúde e a de nossos familiares devem ser preservadas”.

TV BrasilGov@tvbrasilgov

Presidente @jairbolsonaro faz pronunciamento oficial sobre a declaração de #pandemia do #coronavírus2048:39 PM – Mar 12, 2020Twitter Ads info and privacy61 people are talking about this

Segundo Bolsonaro, o sistema de saúde brasileiro tem um limite de pacientes que podem ser atendidos e o governo está “atento para manter a evolução do quadro sob controle”. Mesmo assim, o presidente ressaltou que a expectativa é de aumento no número de infectados no país nos próximos dias. De acordo com ele, no entanto, não há motivo para pânico.

“Há uma preocupação maior, por motivos óbvios, com os idosos. Há também, recomendação das autoridades sanitárias para que evitemos grandes concentrações populares. Queremos um povo atuante e zeloso com a coisa pública, mas jamais podemos colocar em risco a saúde da nossa gente.”

O presidente disse ainda que o momento é de “união, serenidade e bom senso” e que “o povo está atento e exige de nós respeito à Constituição e zelo pelo dinheiro público”.

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