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Alesp

Blog da Rose

Assembleia de SP aprova corte de salários e assessores em meio à pandemia da covid-19

Economia será de R$ 320 milhões

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

12h42 - 01/05/2020

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A Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) aprovou nesta quinta-feira (30/04) corte nos salários dos deputados e assessores, além de redução da verba de gabinete. A medida irá trazer uma economia de R$ 320 milhões para o combate ao coronavírus. Alguns deputadores resistiram à redução dos salários dos comissionados.

De acordo com a, os subsídios dos parlamentares, que recebem R$ 25 mil por mês, serão reduzidos em 30%. As verbas de gabinete, de R$ 34 mil, terão corte de 40% (a proposta original era de 30%). Cada deputado custa cerca de R$ 250 mil por mês aos cofres públicos.

Além do salário de R$ 25 mil e verba de gabinete de R$ 24 mil, cada parlamentar tem ainda R$ 164 mil para contratar assessores. A Alesp paga ainda R$ 2.850 para o deputado que não mora na capital. Em 2019, o gasto foi de R$ 584 mil com esse auxílio.

No ano passado, a Casa de leis gastou R$ 860 mil com despesas de hospedagem, locomoção e alimentação. Já com combustível, locação de veículos e pedágios, o valor despendido foi de R$ 6,2 milhões.

Comissionados

Com relação aos salários dos comissionados, haverá escalonamento. Não sofrerão cortes os servidores que ganham até o teto do INSS (R$ 6.100). Servidores comissionados que ganham até 10 salários mínimos devem ter corte de 10%. Para quem ganha acima fica mantido o corte de 20%.

O presidente Cauê Macris determinou ainda a redução em até 40% dos contratos em execução na Casa. Além disso, no começo do ano, o deputado devolveu, de forma antecipada, R$ 89 milhões do Orçamento Legislativo para o Executivo. “Todos os cortes representam 25% do Orçamento do Poder Legislativo para 2020”, disse Cauê Macris, presidente da Alesp.

A Assembleia doará 80% do seu Fundo Especial de Despesas (proposta original era de 70%) e os pagamentos de licença-prêmio em dinheiro ficam suspensos.



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