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Imagem: divulgação

Notícias

Ministério da Saúde decide vacinar todos os moradores de Botucatu com mais de 18 anos

Os testes devem começar em duas semanas

Band Paulista

09h50 - 28/04/2021

Atualizado há 7 dias

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A notícia foi divulgada na noite desta terça-feira (27). O Ministério da Saúde informou que todos os moradores da cidade de Botucatu, no Centro-Oeste do Estado, serão vacinados contra a Covid-19. A proposta é ajudar na pesquisa que procura avaliar a eficácia do imunizante Oxford/AstraZeneca.

O anúncio da vacinação em massa foi feito pelo Ministério da Saúde (foto: divulgação)

A vacina é distribuída no país pela Fiocruz e a meta é que o estudo termine em oito meses. Na cidade, serão aplicadas as duas doses e será feito o acompanhamento dos imunizados.

O Ministério da Saúde informou ainda que a cidade de Botucatu foi escolhida porque tem as condições necessárias para esse tipo de análise, que combina testagem em massa e sequenciamento genético da Covid-19.

Além disso, para o Ministério da Saúde outro fator que foi importante para a escolha é que a cidade adotou medidas que foram satisfatórias para o desenvolvimento da pesquisa, como a testagem de todos os sintomáticos de síndromes gripais com o exame RT-PCR.

Pelo o que prevê a medida, dos 150 mil habitantes da cidade, pelo menos 106 mil são maiores de 18 anos e devem receber a dose da vacina. De acordo com o governo federal, os testes devem começar em duas semanas.

Além do Ministério da Saúde, a pesquisa conta com uma série de parceiros, dentre os quais a Universidade de Oxford, o laboratório AstraZeneca, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Fundação Gates, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a prefeitura de Botucatu. O município já vinha adotando algumas medidas que foram cruciais para o desenvolvimento da pesquisa, como a testagem de todos os sintomáticos de síndromes gripais com o exame RT-PCR.

O secretário de Ciência e Tecnologia do MS, Hélio Angotti, pontua que a pesquisa trará informações cruciais para o planejamento da imunização em todo o país. “Nós poderemos ter mais informações dessas variantes e da relação com a vacina. É uma pesquisa muito importante, eu diria não só para o Brasil, mas para o mundo inteiro”, disse Angotti.

Além da efetividade contra as variantes, a pesquisa servirá de subsídio para comparar o quão eficiente foi a vacinação em massa em relação aos outros municípios da região. Botucatu conta com uma unidade do Hospital das Clínicas da Unesp e tem mais de 500 leitos de UTI, o que faz do município um polo de referência em relação às localidades vizinhas.

O estudo terá uma duração estimada de oito meses, que incluirá a aplicação das duas doses e o acompanhamento da população que recebeu essas vacinas.

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