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Blog da Rose

Bolsonaro visita hoje superlabotarório Sirius em Campinas

Cientistas irão desenvolver pesquisas em várias áreas que vão da biotecnologia à saúde

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

10h07 - 21/10/2020

Atualizado há 1 mês

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, estará em Campinas nesta quarta-feira (21/10), para partipar da “Cerimônia de Abertura da Primeira Linha de Luz Sirius”. Essa é a primeira visita de Bolsonaro ao superlabotarório que teve investimentos de R$ 1,8 bilhão.

Esse é considerado o maior investimento da ciência brasileira e a linha Manacá, que será inaugurada oficialmente hoje, iniciou os primeiros experimentos em julho, quando obteve imagens em 3D da estrutura de uma proteína necessária para o ciclo de vida do coronavírus.

O CNPEM espera receber propostas de estudos que não sejam apenas relativos à covid-19.

Após a inauguração oficial desta primeira linha primeira linha de luz, batizada de Manacá, o Sirius espera propostas de pesquisadores de outros objetos de estudos que não apenas a Covid-19.

O Sirius é um grande equipamento científico, composto por três aceleradores de elétrons, que têm como função gerar um tipo especial de luz: a luz sincrotron. Essa luz de altíssimo brilho é capaz de revelar estruturas, em alta resolução, dos mais variados materiais orgânicos e inorgânicos, como proteínas, vírus, rochas, plantas, ligas metálicas e outros. O Sirius é um acelerador de partículas de quarta geração e a mais complexa infraestrutura científica já construída no Brasil. Só há um outro equipamento comparável a ele em operação, na Suécia.

A linha Manacá é uma estação equipada com instrumentos que permitem revelar estruturas tridimensionais de proteínas e enzimas humanas e patógenos com resoluções que não podem ser obtidas em equipamentos convencionais. Uma das técnicas disponíveis permite revelar a posição de cada um dos átomos que compõem uma determinada proteína estudada, suas funções e interações com outras moléculas, que podem ser usadas como princípios ativos de novos medicamentos.

De acordo com a assessoria de imprensa do Sirius, ao receber pesquisas científicas que vão além de covid-19, ainda que em fase de comissionamento científico, a Manacá poderá apoiar o avanço de pesquisas em áreas como biotecnologia industrial, biorrenováveis, biocombustíveis, biologia vegetal, agricultura, nutrição, busca de novos candidatos a medicamentos e doenças, como Alzheimer, câncer, esquizofrenia, cardiopatias, dentre outras.


O superlaboratório funciona em um prédio de 68 mil metros quadrados – equivalente a um estádio de futebol. O projeto completo inclui outras sete estações de pesquisa – denominadas “linhas de luz” – que deverão entrar em operação até 2021.

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