menu 25-anos
facebook
publicidade
publicidade
Compartilhe
Notícias

Bolsonaro volta a participar de ato contra STF e Congresso; quarentena e Sergio Moro também estiveram na mira

Houve violência durante o ato; apoiadores do presidente agrediram com chutes e murros equipe do Estadão que acompanhava a manifestação pró-governo

Band Mais

15h56 - 03/05/2020

Atualizado há 25 dias

Compartilhe whatsapp facebook linkedin

O presidente Jair Bolsonaro foi novamente neste domingo (3) ao encontro de apoiadores que participaram de uma carreata na Esplanada dos Ministérios em protesto contra o isolamento social, o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o ex-ministro Sergio Moro. Durante a manifestação, Bolsonaro desceu a rampa do Palácio do Planalto e cumprimentou os apoiadores à distância. 

O encontro foi transmitido pela rede social do presidente e durou cerca uma hora. Segundo Bolsonaro, a manifestação foi realizada de forma espontânea pelos apoiadores em favor da governabilidade e por muitas pessoas que querem voltar ao trabalho.

No discurso aos manifestantes, o presidente – num tom de desafio aos demais poderes – também pediu a Deus para não ter problemas nessa semana porque, segundo afirmou, “chegou ao limite”. Bolsonaro não esclareceu o que isso significa. Sem citar diretamente a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, que suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal, o presidente disse que “não vai mais admitir interferências”.

Houve violência durante o ato. Apoiadores de Bolsonaro agrediram com chutes e murros a equipe de profissionais do Estadão que acompanhava a manifestação pró-governo. Um fotógrafo e um motorista do jornal tiveram de deixar o local escoltados pela PM.

“O Brasil, como um todo, reclama a volta ao trabalho. Essa destruição de empregos irresponsável por parte de alguns governadores é inadmissível. O preço vai ser muito alto na frente, fome, desemprego, miséria, isso não é bom. Sabemos do efeito do vírus, mas, infelizmente, muitos serão infectados, muitos perderão suas vidas também, mas é uma realidade que temos que enfrentar”, afirmou o presidente. 

De acordo com os dados divulgados ontem (2) pelo Ministério da Saúde, o Brasil tem 96.559 casos confirmados da doença e 6.750 mortes foram registradas.

0 Comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios.

publicidade
publicidade
publicidade