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Blog da Rose

Câmara de Paulínia rejeita pedido de CP que poderia levar à cassação prefeito

Prefeito foi acusado de ter prorrogado contrato irregular com escola terceirizada no meio da pandemia

Rose Guglielminetti, Band Mais

13h01 - 28/10/2020

Atualizado há 1 mês

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A Câmara de Paulínia rejeitou por unanimidade abrir uma CP (Comissão Processante) contra o prefeito Du Cazzelato (PL) por suspostas irregularidades no repasse de verbas a uma escola privada. Foram 12 votos contrários e duas ausências. A justiticativa dos vereadores foi que não haveria tempo hábil e motivação política para a investigação.

O pedido foi protocolado pelo GM (Guarda Municipal) Antonio Macelari, que é candidato a vereador pelo PT. Segundo ele, o prefeito prorrogou um contrato, de R$ 708 mil, com uma escola terceirizada de Educação Infantil mesmo com a unidade fechada e sem atendimento às crianças durante o período de pandemia do coronavírus.

De acordo com o GM, as sócias proprietárias da creche teriam ligações com o alto escalão do governo de Cazellato. Uma delas é mãe de uma assessora do prefeito e o outra é parente de um funcionário de carreira, mas que ocupa um cargo de confiança na gestão no governo municipal.

O vereador Marquinho Fiorella (PSB) disse que não há tempo hábil para uma comissão processante iniciar e concluir as investigações até o fim da legislatura. “Geralmente uma comissão processante dura 90 dias.” Já o líder de governo, Fábio Valadão (PL), declarou que várias denúncias nos últimos anos têm interesses políticos. Segundo ele, há informações de que o Ministério Público já está investigando o caso, uma oportunidade para esclarecer os fatos.



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