menu 25-anos
facebook
publicidade
publicidade
Compartilhe
Notícias

Câmara dos EUA aprova impeachment de Donald Trump

Julgamento segue para o Senado e deve ocorrer em janeiro

Fonte: Agência Brasil

00h36 - 19/12/2019

Atualizado há 5 meses

Compartilhe whatsapp facebook linkedin

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou na noite de hoje (18) o impeachment do presidente Donald Trump. Os deputados aprovaram dois artigos para cassar Trump, um por abuso de poder e outro por obstrução ao Congresso. 

O julgamento segue agora para o Senado, de maioria republicana e existe a expectativa de que comece em janeiro de 2020. O Senado dos Estados Unidos é quem decide, por maioria de dois terços, se vai afastar, ou não, o presidente Donald Trump do seu cargo.  Esta é a terceira vez que há um processo de impeachment na história americana, mas nunca nenhum presidente foi cassado. 

A votação foi conduzida pela presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi. Os democratas têm maioria na Casa e a aprovação dos dois artigos era esperada. Os democratas afirmam que Trump cometeu crimes e contravenções pressionando a Ucrânia a divulgar dados comprometedores sobre o principal rival democrata de Trump para ajudar sua campanha de reeleição e que obstruiu o Congresso atrapalhando as investigações sobre suas condutas, acusações que constam, respectivamente, no primeiro e no segundo artigos julgados na noite desta quarta-feira. 

Em resposta, os republicanos argumentam que a maioria dos democratas estava envolvida em uma “caça às a bruxas” contra um presidente que temem não poder derrotar. 

No primeiro artigo, por abuso de poder, foram 230 votos a favor e 197 contra o impeachment.  Entre os democratas, dois deputados votaram contra e o único deputado independente da Câmara votou a favor do processo. Todos os republicanos foram contra. 

O segundo artigo, que trata de obstrução ao Congresso, teve 229 votos a favor e 198 contra. Três democratas votaram contra o impeachment e o independente votou a favor. Novamente, todos os republicanos votaram contra.


* Com informações da NHK (agência de notícias japonesa) e da RTP (Rádio e Televisão de Portugal)

0 Comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios.

publicidade
publicidade
publicidade