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Blog da Rose

Campinas chega ao limite em UTIs covid-19 e apela ao Estado para aumento de leitos

A cidade está com 66.446 casos e 1.786 mortes.

15h42 - 17/02/2021

Atualizado há 5 meses

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O prefeito de Campinas, Dário Saadi (Republicanos) e os secretários de Saúde, Lair Zambon, e presidente da Rede Mário Mário Gatti, Sergio Bisogni, disseram que a cidade chegou no limite devido à alta de casos e de internações em leitos de UTI. A taxa de transmissibilidade da doença está em 1,2 – o que é considerada alta.

De acordo com a Saúde, os resultados são reflexos da falta de isolamento social e descumprimento das regras sanitárias pela população, além da suspeita de circulação do P1 – cepa de Manaus. A diretora do Devisa, Andrea Von Zuben, disse que começou ontem a fazer o sequenciamento do vírus para saber se o vírus circula na cidade.

De ontem para hoje, foram confirmados mais 446 casos e 12 mortes provocadas pela doença. A cidade está com 66.446 casos e 1.786 mortes.

Nesta quarta-feira, a taxa de ocupação da cidade é de 82,81%, sendo que na rede pública a taxa é superior a 90%. Dos 256 leitos de UTI exclusivos para pacientes com covid-19, 212 estão ocupados.

Segundo o prefeito, os hospitais da prefeitura têm 107 leitos de alta complexidade enquanto que o Estado oferece apenas 17 leitos. “Não estamos passando o pires, mas queremos que o Estado faça a sua parte porque estamos vivendo um agravamento da doença na cidade. No auge da pandemia, o Estado chegou a oferecer 93 leitos. Vimos notícias de que o Estado iria mandar verba e abrir novos leitos, mas até agora nada”, disse Saadi.

O prefeito disse que vai enviar ainda hoje um documento ao Estado em que vai informar a situação da cidade e o pedido de ampliação dos leitos. A Unicamp, por exemplo, disse que iria ampliar para 30 leitos – hoje tem 13 – mas está com dificuldades na contratação de médicos.

O secretário de Saúde disse que o munícipio deve ampliar na próxima semana semana mais 14 leitos. “Só que há 45 dias, tínhamos 74 leitos e a taxa de ocupação era de 70%.Hoje temos 107 leitos no SUS Municipal e a taxa é de 90%. Isso significa que praticamente não se acha vaga. Estamos extremamente preocupados com a alta de casos e a circulação do novo vírus”, disse Zambon.

Sem leitos por algumas horas, Sergio Bisogni, disse que ontem (17/02), a cidade ficou sem leitos de UTI para pacientes com covid-19. “A ponto de não termos para onde encaminhar os pacientes. A estrutura do município está no limite”, disse ele.

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