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Área de saúde tem alta de 17% na oferta de empregos

Expansão está ligada à pandemia de covid-19

Band Mais

09h00 - 08/05/2021

Atualizado há 1 mês

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O primeiro trimestre de 2021 registrou aumento de 17% em vagas abertas para profissionais da saúde, segundo levantamento do BNE (Banco Nacional de Empregos (BNE). De janeiro a março do ano passado, foram 2.353 vagas abertas, o que corresponde a uma média mensal de 769 oportunidades. Neste ano, as oportunidades no mesmo período somam 2.772, o equivalente a 911 vagas por mês, sendo a maior média incluindo todos os trimestres do ano passado.

Essa expansão pode estar relacionada ao aumento exponencial no número de casos da covid-19 no Brasil neste ano, conforme o CEO do BNE, Marcelo de Abreu. “Vimos um aumento de casos devido à pandemia da covid-19, o que consequentemente gerou maior necessidade de contratações de profissionais da saúde para que atendessem a alta demanda”, explica Abreu.

O levantamento apontou que, no segundo trimestre do ano passado, tivemos 1.695 vagas, uma média de 568 oportunidades por mês. No terceiro trimestre de 2020, foram 2.095 vagas, com uma média de 706. O último trimestre do ano foi o melhor: com 2277, o que representam 786 oportunidades mensais.

O crescimento da demanda provocou uma escassez no mercado, principalmente, para os profissionais que atuam em UTIs. Os gestores das redes pública e privada apontaram dificuldade na contratação de médicos, de enfermeiros e outros profissionais. Um leito de UTI necessita de até 10 profissionais como médicos, enfermeiros e fisioterapeutas para funcionar.

Outras profissões

Ao mesmo tempo em que cresceram as oportunidades, a busca pelos colaboradores também aumentou, de acordo com o BNE. “Não só na área de saúde, mas outras profissões vieram em crescente desde o ano passado devido a estímulos da própria pandemia e continuam demandando bastante, como logística, TI e construção civil”, comenta Abreu.

Porém, o índice de desemprego no Brasil ainda continua alto. De acordo com o IBGE, a taxa média de desemprego no Brasil é de 13,5%. Já os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), o desemprego ficou em 14,2% , atingindo o número de 14,3 milhões de desempregado

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