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Blog da Rose

Câmara de Campinas barra diplomas de assessores falsificados e não reconhecidos pelo MEC

Documentos foram entregues por pessoas que iriam trabalhar com vereadores

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

13h30 - 26/05/2021

Atualizado há 25 dias

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A Câmara de Campinas barrou quatro diplomas de escolaridade irregulares que foram entregues por futuros assessores de vereadores. Um deles era falsificado e três foram emitidos por instituições não reconhecidas pelo MEC (Ministério da Educação).

Para trabalhar como assessor no Legislativo campineiro a exigência mínima é de ensino médio. Os diplomas eram de cursos supletivos.

Todos os diplomas são checados com as instituições e com o MEC. Caso a instituição de ensino não seja reconhecida pelo Ministério da Educação, o documento não é aceito. Em relação à fraude, a pessoa não foi aluna do curso de supletivo de Campinas.

Segundo o presidente da Câmara, Zé Carlos (PSB), essas quatro pessoas não foram contratadas pela Câmara. “Avisamos os vereadores de que eles não atendiam às exigências legais para a contratação”, disse ele.

Cada um dos 33 vereadores tem direito a contratar cinco assesores. Os salários vão de R$ 3,6 mil a R$ 12,6 mil. A Câmara tem 170 comissionados.

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