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Comércio prevê faturar R$ 211,5 milhões em vendas para o Dia das Mães

Valor é 14% maior do que o faturamento no ano passado

Rose Guglielminetti, Band Mais

08h00 - 17/04/2021

Atualizado há 1 mês

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O comércio de Campinas prevê faturar R$ 211,5 milhões nas vendas para o Dia das Mães, comemorado no segundo domingo de maio (dia 8/05). O valor é 14% maior do que os R$ 185,5 milhões registrado no mesmo período do ano passado, de acordo com a Acic (Associação Comercial e Industrial de Campinas). O valor médio do presente será de R$ 240,00.

Mesmo com a abertura do comércio,neste domingo (18/04), a entidade avalia que o o comércio está longe de recuperar o prejuízo causado no período. No no passado, o faturamento referente a essa data registrou uma perda de 54,2% em relação ao mesmo período de 2019.

De acordo com o economista Laerte Martins, a previsão é de que as vendas digitais deverão representar R$ 197,4 milhões, o equivalente a 25,5% a mais na comparação com 2020, quando o e-commerce foi responsável pelo faturamento de R$ 157,3 milhões. 

“Com o poder de compra muito achatado, o valor médio do presente deve ser de R$ 240,00, uma expansão de 4,35% sobre o valor de R$ 230,00, de 2020. Os segmentos mais procurados nas vendas físicas devem ser os de perfumaria, vestuário, calçado e floriculturas. Nas vendas digitais a maior procura deve estar concentrada nos eletroeletrônicos, celulares e notebook, principalmente”, afirma Martins.

Reabertura

A partir de amanhã (18/04), o retorno das atividades presenciais será gradativo, com autorização de abertura e funcionamento do comércio, em geral – comércio de rua e shoppings –  das 11h às 19h, com ocupação de 25% da capacidade. 

A partir do dia 24 de abril será permitida a retomada de restaurantes e similares e salões de beleza e barbearias, também das 11h às 19h e das academias (das 7h às 11h e 15h às 19h). A ocupação permitida também é de 25% em todas as atividades. Permanece o toque de recolher, o teletrabalho para atividades administrativas e o escalonamento da entrada e saída de atividades (do comércio, serviços e indústrias). A regra é única para todo o Estado.

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