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‘É raro encontrar pessoas que não usem máscaras no Japão’

Vacinação em massa começou em fevereiro

Cida Haddad/ Eko Digital , Band Mais

12h00 - 08/05/2021

Atualizado há 1 mês

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O head of strategic intelligence Edson Ito está no Japão com a esposa e filha desde janeiro de 2019, na cidade de Nagoya, Província de Aichi. Em 2020, ele teve covid-19. Um dos pontos que ele destaca quanto à pandemia é que hoje é raro encontrar quem não use máscara pelas ruas.

Ito conta que toda a família teve covid-19 em março de 2020. “Naquela época, o vírus era pouco conhecido, por isso liguei para o meu médico assim que percebemos os primeiros sintomas. Ele nos passou as instruções por telefone. Ficamos 17 dias em quarentena, pedíamos comida e medicamentos pela internet e falávamos com o médico a cada dois dias. Foi um período bastante difícil e os sintomas foram desconfortáveis, com dor generalizada, falta de ar, fadiga, perda de paladar e de olfato”, comenta.

Segundo ele, toda a família tem seguido as orientações do governo e ficado em casa sempre que possível. “Quando saímos, percebemos as ruas, o transporte público, lojas e restaurantes bem mais vazios do que antes. Vemos as pessoas usando máscaras, é raro encontrar pessoas que não tomam esse cuidado. Nossa avaliação é a de que os japoneses são extremamente disciplinados e que seguem as orientações do governo. Como consequência, pelo menos em Nagoya, os negócios não foram totalmente fechados e não observamos ações mais severas, como o uso da polícia para dissipar festas e outras aglomerações”, diz Ito.

Casal está no Japão desde 2019

Vacinação em massa

A vacinação em massa começou em fevereiro e alguns amigos dele já receberam uma mensagem do governo falando sobre a vacina.

Ito diz que perto da casa dele tem um restaurante francês e que o proprietário falou que o efeito da covid-19 foi “horrível”, mas nos últimos meses o restaurante estava funcionando, com o distanciamento entre mesas pedido pelo governo. “Nossos amigos em vários lugares como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Alemanha e Portugal disseram que as medidas foram muito mais restritivas do que as que observamos por aqui. Pelo menos em Nagoya, os serviços estão funcionando, assim como as atrações turísticas, que ficaram fechadas por algum tempo, mas estão reabriram recentemente”, diz.

De acordo com Ito, o governo japonês ofereceu um apoio financeiro às pessoas físicas, que receberam 100,000 ienes (pouco menos de mil dólares americanos, incluindo as crianças). As empresas tiveram um subsídio para evitar demissões. “As regiões de Tokyo, Quioto, Osaka e Hyogo estão em estado de emergência e vários estabelecimentos como centros de compras, bares e atrações turísticas estão fechadas até 11 de maio”, afirma.

“Os negócios não foram totalmente fechados e não observamos ações mais severas, como o uso da polícia para dissipar festas e outras aglomerações”, diz Edson Ito




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