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Blog da Rose

Mercado de Flores da Ceasa “derrete” durante a pandemia

Evasão provocou o fechamento de 278 box dos produtos utilizados em decoração

Rose Guglielminetti

08h00 - 23/06/2021

Atualizado há 1 mês

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O Mercado de Flores da Ceasa Campinas sofreu um impacto grande com a pandemia do coronavírus. O espaço está com 278 box vazios e cerca de 300 mil pessoas deixaram de fazer compras no local no ano de 2020. Antes da doença, todos os espaços estavam preenchidos e havia uma concorrência grande para ser permissionário no mercado de Flores que movimenta uma média de 43 mil toneladas por ano.

“Os eventos e festas foram suspensos devido à pandemia e isso afetou fortemente o negócio”, explicou o presidente da autarquia, Valter Greve.

Diante da crise, ele disse que a Ceasa suspendeu temporariamente a cobrança de faturas e passou a subsidiar os permisionários em percentuais que vão de 40% a 80%, o que gerou um gasto a mais de R$ 1 milhão para os cofres públicos.

Diante da evasão de permissionários, a Ceasa tem aberto licitações para atrair pessoas interessadas em atuar no Mercado de Flores. O objetivo é voltar a ter uma movimentação de R$ 131 milhões ao ano. Uma aposta é investir nos consumidores

Hortifruti

O Mercado de Hortifruti também teve impacto, mas menor. No auge da pandemia, a redução na movimentação foi de 20% em razão do fechametno de restaurantes e serviços de hotelaria. O mercado movimenta 633 milhões de quilos de alimentos por ano, totalizando R$ 1,5 bilhão.

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