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Prefeitos da RMC vão pedir ao governador mais leitos de UTI na Unicamp e no AME

No ano passado, Estado tinha 90 leitos de UTI para pacientes com covid-19. Hoje são 30

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

15h14 - 23/02/2021

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Os prefeitos da RMC (Região Metropolitana de Campinas) vão enviar um documento ao governador João Doria, pedindo a ampliação de leitos na Unicamp e no Ambulatório Médico de Especialidades (AME). A decisão foi tomada hoje durante reunião dos gestores municipais em Campinas. No auge da pandemia, o Estado tinha 90 leitos distribuídos nas duas unidades de Saúde. Hoje, a Unicamp responde por 30 leitos de alta complexidade.

Outro pedido é propor que o Hospital de Campanha, de Santa Bárbara d´Oeste, receba investimentos em equipamentos e pessoal para que a estrutura atual, com leitos de enfermaria, possa ser transformada em local de maior complexidade, com UTIs.

Os prefeitos temem que o avanço da pandemia e o aumento dos casos graves, possam levar a região ao colapso no atendimento aos doentes. Campinas, por exemplo, ultrapassou o índice de 90% de ocupação dos leitos em UTI nos hospitais públicos. Nesta terça-feira (23/02), o governo De Dário Saadi comprou 14 leitos de alta complexidade em hospitais privados.

“Temos hoje uma situação preocupante porque o perfil dos pacientes mudou. Há duas semanas, de cada cem pacientes atendidos nos hospitais, um ou dois eram internados. Hoje esse número é entre oito e dez e cada vez mais a doença está chegando a pessoas com menos de 60 anos”, disse o prefeito de Campinas, Dário Saadi.

AME

No ano passado o AME chegou a ser uma unidade exclusiva para atendimento de pacientes com covid-19. Porém, em outubro ele voltou para sua vocação que a oferta de consultas, exames e procedimentos de menor complexidade, mediante agendamento. Os prefeitos querem que a unidade volte a ser a unidade de referência para a região.

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