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Blog da Rose

Sindicato pressiona e diz que funcionária foi afastada de escola por suspeita de covid-19

Unidade educacional fica na região Sul

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

12h54 - 29/04/2021

Atualizado há 1 mês

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Contrário ao retorno das aulas presenciais nas escolas e creches da Prefeitura de Campinas, o Sindicato dos Servidores informou que descobriu durante fiscalização nas unidades de ensino que uma uma funcionária em uma unidade na região Sul foi afastada por suspeita de covid-19.

A entidade defende testagem em massa e a vacinação de todos os profissionais da educação antes da reabertura das escolas. A imunização atinge, por enquanto, apenas os trabalhadores do setor que tenham mais de 47 anos.

“O caso expõe a irresponsabilidade da Prefeitura de Campinas da retomada das aulas no meio da pandemia (…) a primeira suspeita de caso de covid-19 em menos de uma semana de retomada das aulas presenciais mostra o erro do governo municipal”, diz a nota do sindicato.

A entidade tenta ainda suspender as aulas presenciais por meio da Justiça. Na última segunda-feira (26/04), voltaram os alunos do ensino fundamental, EJA (Educação de Jovens e Adultos) e profissionalizante. O grupo é formado por 24,5 mil alunos. Na segunda (03/05), voltam as crianças da Educação Infantil. São 42 mil alunos. A prefeitura trabalha com um percentual de 35% do total de alunos por dia.

Outro lado

A Secretaria de Educação informou que segue todas as recomendações indicadas pelas autoridades de saúde, entre as quais afastar imediatamente funcionários ou alunos que apresentem qualquer sintoma de síndrome gripal.

Há um caso de uma servidora com sintomas gripais que foi afastada na última terça-feira (27/04). Ressaltou que não são todos os casos positivos de covid-19 entre trabalhadores e alunos que a transmissão ocorre na escola. A equipe da Vigilância em Saúde faz a investigação dos casos, para definir se houve ou não provável infecção no ambiente escolar.

Para prevenir e minimizar os riscos de transmissão do coronavírus, a Secretaria de Educação adotou as medidas indicadas pelas autoridades sanitárias. As escolas passam por processo de higienização, a cada troca de turno; as mochilas dos alunos são higienizadas; e a temperatura corporal de alunos, professores e funcionários é aferida.

Também está incorporada à lavagem das mãos e higienização com álcool gel; uso de máscaras e face shield; e as carteiras nas salas de aulas, assim como os lugares nos refeitórios são disponibilizados com um distanciamento de 1 metro e meio.

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