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Blog da Rose

Unicamp deve abrir mais 10 leitos de UTI para paciente covid-19 nesta semana

Cidade tem 259 leitos de UTI, mas ocupação está alta

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

09h30 - 21/02/2021

Atualizado há 17 dias

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O Hospital de Clínicas da Unicamp deve abrir mais 10 leitos exclusivos de UTI para pacientes com covid-19 nesta semana. A previsão é que os leitos sejam liberados nesta segunda-feira (22/02), mas o governo do Estado não quis bater o martelo sobre a data. Com isso, a Unicamp passará a ofertar 30 leitos de alta complexidade, que hoje é de 20 leitos. A ocupação hospitalar em Campinas tem girado em torno de 90%.

Na semana passada, o prefeito de Campinas, Dário Saadi (Republicanos), fez um apelo ao governo do Estado para que assumisse a sua cota de responsabilidade liberando novos leitos. Segundo ele, 25% dos pacientes atendidos em Campinas são de outras cidades. “No auge da pandemia, no ano passsado, o Estado tinha 90 leitos em Campinas. Agora está com apenas 20 leitos. A demanda está grande”, disse Saadi.

Na última sexta-feira (19/02), o índice de ocupação dos leitos de UTI em Campinas era de 83,78%. Dos 259 leitos nas redes pública e privada, 217 estavam ocupados. A cidade tinha 42 leitos livres somando ambas as redes.

No SUS Municipal, que tem os hospitais Ouro Verde e Mário Gatti, a situação era mais dramática, com 97,20% de ocupação. Dos 107 leitos, 104 estão com pacientes internados, o que equivale a 97,20%. Há 3 leitos livres.

No Hospital de Clínicas da Unicamp, dos 20 leitos, 15 estavam ocupados, o que correspondia a 75% – com 5 leitos livres.

Já na rede privada, dos 132 leitos, 98 estavam ocupados, o que equivalia a 74,24%. Os hospitais privados tinham 34 leitos livres.

O prefeito fez o apelo porque nas últimas semanas têm sido observado uma alta no número de casos e sobrecarga na rede hospitalar. Desde o início da pandemia, Campinas confirmou 67.138 pessoas infectadas com a doença e 1.801 mortes até a última sexta-feira (19/02).

Os fatores para a alta são atribuídos ao relaxamento do isolamento social por parte da população e também pela suspeita de que a nova cepa de Manaus esteja circulando em Campinas.

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