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Campinas prepara plano de contingência para eventual segunda onda do coronavírus

Cidade tem 1.317 mortes e 37.891 casos

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

16h28 - 29/10/2020

Atualizado há 1 mês

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O prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), disse nesta quinta-feira (29/10), que vai preparar um plano de contigência de controle e combate ao coronavírus, caso haja uma segunda onda da epidemia na cidade. O plano vai prever quais são as medidas que o gestor deve tomar para evitar dessasistência à população. Campinas tem hoje 1.317 mortes e 37.891 casos confirmados da doença.

O secretário de Saúde, Carmino de Souza, se apressou em afirmar que nao há hoje nenhuma previsão de que irá se repetir no Brasil o que está ocorrendo atualmente na Europa que tem novamente imposto lockdown para evitar a disseminação da doença. Porém, ele disse que é necessário se precaver e que há duas interpretações que podem ser levadas em conta e levam a duas datas prováveis de contaminação: início do ano ou em maio e junho do ano que vem.

“A primeira é a questão da temporalidade. Quando a doença surgiu na Europa, ela chegou aqui dois ou três meses depois. Levando em conta isso, poderíamos ter algo ocorrendo no início do ano que vem. A segunda interpretação é a de que o vírus tem uma certa sazonalidade. A Europa estava saindo do inverno e entrando na primavera e nós saindo do verão e entrando no inverno. Apesar de não sabermos com clareza, se levarmos em conta essa segunda interpretação, poderemos ter a segunda onda em maio ou junho”, disse Souza.

O prefeito disse que o plano será preparado em novembro e ficará sob a tutela de Souza e do presidente da Rede Mario Gatti, Marcos Pimenta. “Quero entregar para o meu sucessor quais são as providências que ele deve tomar para evitar desassistência à população. Quando do início dessa pandemia, nós fizemos um plano que se demonstrou eficaz porque não tivemos ninguém sem atendimento e não mandamos ninguém para fora”, disse o prefeito.

1 Comentário

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  • Luciana disse:

    “… não tivemos ninguém sem assistência…”, mas muitas mortes ocorreram no Brasil e ainda ocorrem. A economia em primeiro lugar! A segunda onda irá acontecer…

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