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Com lotação de UTI, Indaiatuba contrata leitos de fora da cidade para a covid-19

Prefeito da cidade disse que problema é a falta de médicos para atuar em UTI

Patricia Lisboa

21h14 - 01/12/2020

Atualizado há 1 mês

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Por Patrícia Lisboa

Em transmissão ao vivo por rede social, na noite desta terça-feira (1º/12), o prefeito de Indaiatuba, Nilson Gaspar (MDB), e a secretária municipal de Saúde, Graziela Garcia, anunciaram a lotação máxima dos 24 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para a covid-19, no Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc), que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Com isso, foram contratados, hoje, oito leitos do Hospital Samaritano, em Campinas, para atender pacientes de Indaiatuba, que precisarem do atendimento intensivo, por causa da covid-19. Assim, Indaiatuba passa a contar com 32 leitos de UTI para a covid.

O custo da contratação de cada leito do Hospital Samaritano não foi informado na transmissão ao vivo. A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde informou que o custo de cada leito do Hospital Samaritano é de R$ 2.540 por dia que for utilizado.

“Não estamos contratando leitos de fora por falta de estrutura, de equipamentos e de espaço físico. O nosso problema – assim como da região como um todo – é com profissionais para trabalhar na UTI porque alguns adoeceram e outros não têm a especialização necessária para que a gente possa colocar eles lá (na UTI)”, justificou o prefeito.

Segundo a secretária municipal de Saúde, nos últimos 15 dias, o número de internações no Haoc aumentou 140% e, hoje, a ocupação atingiu 100% da capacidade. “Isso demonstra a circulação do vírus e a notificação da doença em um patamar preocupante na nossa cidade”, destacou Graziela.

O prefeito se disse assustado com os índices do momento e reforçou o pedido para que as pessoas evitem o contágio pelo coronavírus, com o o uso da máscara, o distanciamento social e a higienização frequente das mãos.

Na rede privada de saúde, o Hospital Santa Ignês, do grupo Samaritano, reduziu de dez para dois o total de leitos de UTI para a covid-19, em Indaiatuba, e tem 50% de ocupação, no momento, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

Nas enfermarias, há 63 leitos para a covid-19, sendo 48 no Haoc, com 81% de ocupação, e 15 no Hospital Santa Ignês, com 67% de ocupação. 

Até hoje, 9.229 pessoas contraíram a covid-19, em Indaiatuba, sendo que 250 morreram e 8.938 são consideradas curadas. Ao todo, foram realizados aproximadamente 45 mil testes de covi-19 no município.

Na transmissão ao vivo de hoje, além do prefeito e da secretária municipal de Saúde, também participaram o secretário municipal de Negócios Jurídicos, Wanderley José Boni, e o vereador Luiz Carlos Chiaparine (MDB), que é médico e integrante do Comitê de Enfrentamento da Covid-19 em Indaiatuba.



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