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Conheça os benefícios do consumo do feijão como alternativa à proteína animal

Produto ficou na 16º posição no ranking do valor da produção agropecuária do estado de São Paulo, com R$ 1,108 bilhão

Band Mais

14h00 - 16/08/2020

Atualizado há 5 meses

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O Brasil é um dos maiores consumidores de feijão do mundo, hábito que se intensificou durante a quarentena, segundo informações da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura). Em um período no qual grande parte da população passou a consumir alimentos preparados em casa, o produto ganhou espaço como alternativa à proteína animal, o que se revelou uma ótima opção, pois, de acordo com pesquisadores, o feijão oferece o menor uso de recursos naturais por quilo de proteína entregue, além de ser rico em fibras, prevenir doenças cardiovasculares e ajudar no controle da anemia.

Ao todo, podem ser encontrados cerca de 15 tipos, mas o carioca tem a preferência de mais de 60% dos consumidores. Por isso, a variedade ocupa quase metade da área plantada no país. Outros 20% são dedicados ao cultivo do feijão preto, bastante consumido no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, sul e leste do Paraná, Rio de Janeiro, sudeste de Minas Gerais e sul do Espírito Santo, e, para o preparo de feijoada, no restante do Brasil.

Pouco mais de 30% da área são destinados as outras variedades, entre as quais: fradinho (também conhecido como feijão-de-corda), caupi, macaça (quando os grãos estão frescos é chamado de feijão-verde), vermelho, mungo (quando germinado, moyashi), branco, tigre e rosinha.

Produção

Em 2019, foram produzidas no país 2.929 mil toneladas, sendo que os estados do Paraná, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso concentram as maiores áreas destinadas à cultura. Em São Paulo, que figura na quinta posição no ranking, a cultura está presente em toda extensão, mas se concentra nas regiões de Avaré e Itapeva, que respondem por mais de 62% da produção, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola, instituição de pesquisa vinculada à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (IEA/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado.

O feijão é importante para a economia de São Paulo – prova disso é que ficou na 16º posição no ranking do valor da produção agropecuária do estado, com R$ 1,108 bilhão. Segundo Gustavo Junqueira, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado, a cultura tem grande potencial e continuar aumentando a produção sem alterar a área destinada ao cultivo, basta continuar investindo em tecnologias que melhorem cada vez mais a produtividade.

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