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Blog da Rose

Coronavírus não provocou estrago nos cofres públicos como foi previsto, diz Jonas

Arrecadação tem se recuperado e cidade já recebeu R$ 1,8 bilhão de receita

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

08h00 - 24/09/2020

Atualizado há 1 mês

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A pandemia do coronavírus não provocou o estrago econômico inicial como foi previsto nos cofres da Prefeitura de Campinas. A perspectiva era de que a receita caísse 30%, porém, apenas o ICMS mantém quedas. IPTU e ISS estão em recuperação. Juntos, a receita foi de R$ 1,8 bilhão até setembro.

“Houve uma melhora na arrecadação”, disse o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB).

O IPTU, por exemplo, quando do início da pandemia começou a registrar quedas que iniciaram em 4% ao mês e chegou a 13% em maio. Porém, em agosto o índice é de 1,56%. Mas no acumulado, a arrecadação do tributo é positiva em 3,46%. Entraram R$ 636 milhões para os cofres públicos.

Segundo o secretário de Finanças, Tarsicio Cintra, o ISS também apresentou uma retração, mas a recuperação foi rápida. Em agosto, a perda era de 2,9%. No acumulado, o saldo é positivo, com taxa de 1%. A arrecadação foi de R$ 706 milhões até hoje. O ISS é a maior receita da prefeitura.

No caso do ICMS, imposto sobre circulação de mercadoria, a receita tem sido negativa. Em agosto, a taxa negativa é de 8,6%. Porém, Cintra disse que a perspectiva é de que o mês de setembro termine com um índice negativo de 3,57, o que representa uma pequena recuperação. O tributo trouxe R$ 464 milhões para os cofres públicos.

Na dívida ativa, a perda é de 18%. A prefeitura recebeu R$ 88 milhões, ante 108 milhões no ano passado. Segundo o secretário, como há receita do Refis (Programa de Renegociação de Débito) feito no ano passado, não dá para especificar quais dívidas deixaram de ser pagas pelo contribuinte.

No geral, segundo Cintra, o que era uma perspectiva ruim se mostrou menos letal nas finanças da Prefeitura de Campinas. “Por ser novo (coronavírus), não sabíamos como seria o reflexo na economia. Tivemos setores que cresceram como o caso de supermercados e outros que tiveram quedas, como o de eventos, por exemplo. O tombo não está tão catastrófico como pensado inicialmente”, disse o secretário de Finanças.

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