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Divulgação/Prefeitura de Campinas

Blog da Rose

Coronavírus: secretário de Saúde descarta abrir postos de saúde de Campinas à noite

Ministério da Saúde vai mudar protocolo e prevê abertura de unidades básicas de saúde no período noturno

Blog da Rose

11h44 - 06/03/2020

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O secretário de Saúde de Campinas, Carmino de Souza, descartou, por hora, abrir os centros de saúde à noite devido ao crescimento de casos de coronavírus no Brasil. A medida está sendo estudada pelo Ministério da Saúde. Tidas como porta de entrada, as unidades básicas de saúde estavam até então fora do front das ações já anunciadas pelo governo, focadas inicialmente em hospitais e laboratórios. O objetivo é preparar os postos de saúde para fazer o diagnóstico clínico e assistência de parte dos pacientes, especialmente em casos leves, deixando casos graves para os hospitais.

“Neste momento não há razão para abrirmos as unidades à noite porque há demanda para isso”, disse o secretário. Segundo ele, para abrir essas unidades deve-se levar em conta o risco à violência, além do custo. “Vamos ter mais vigilância, ação e atenção para as unidades de urgência e emergência”, disse ele, acrescentando que, se houver necessidade, pode repensar a decisão no futuro.

Secretário de Saúde, Carmino de Souza, diz que vai priorizar atendimento de suspeitos do coronavírus nas redes de urgência e emergência/Divulgação/CMC

Ele disse ainda que a rede está preparada para atender os pacientes suspeitos do Covid-19. São Paulo tem seis casos confirmados e 182 suspeitos.

Mais Médicos

Outra proposta do Ministério da Saúde é lançar um novo editar do Mais Médico, programa do governo federal que vinha sendo reduzido pelo governo. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que a ideia é abrir vagas em todos os perfis das cidades, inclusive capitais e cidades maiores.

Carmino disse que essa discussão de ampliação do programa já vinha sendo debatida antes do coronavírus. “Fico feliz pelas regiões metropolitanas estarem incluídas porque elas têm bolsões de vulnerabilidade”, disse ele.

Segundo ele, Campinas pediu a permanência de 22 médicos cubanos na cidade, mas ainda depende de autorização.

Campinas tem ainda outros 70 médicos bancados pelo governo federal cujos contratos vencem em outubro de 2020 e no mesmo mês de 2021. “Gostaríamos que fossem prorrogados por mais um ano porque isso ajuda e muito”, disse ele.



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