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Criança que ouve música clássica fica mais inteligente?

A ideia de que a música clássica traria benefícios para o aprendizado é verdade ou mito?

Educadora FM

09h00 - 12/10/2019

Atualizado há 8 meses

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Na década de 90, dois pesquisadores da Universidade da Califórnia, Frances Rauscher e Gordon Shaw, resolveram investigar o mito de que escutar música clássica, mais precisamente Mozart, melhoraria o raciocínio de estudantes. O estudo deles mostrou uma melhora temporária no raciocínio espacial. O QI dos estudantes tinha aumentado, em média 8 pontos, mas o efeito não se estendia para além de 15 minutos.

O estudo foi publicado na revista científica Nature e se tornou muito popular. Como resultado, o Governador da Geórgia, nos Estados Unidos, Zell Miller, propôs fornecer a toda criança nascida no Estado, um CD de música clássica.

A ideia de que ouvir Mozart deixava as crianças mais inteligentes foi amplamente divulgada. A partir daí, cientistas do mundo todo replicaram os estudos e descobriram que, na verdade, ouvir qualquer música clássica com frequência ativava os genes associados à função cerebral.

Hoje, o que a Ciência mostrou é que a música clássica ativa os genes envolvidos na aprendizagem e na memória, aumenta a capacidade de concentração e a criatividade, e além disso tudo, ajuda a relaxar.

Ou seja, pessoas de todas as idades deveriam ouvir música clássica e quanto mais cedo, melhor.

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