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Blog da Rose

Cultura de Campinas vai receber R$ 7 mi para investir em artistas prejudicados pela crise da covid-19

Verba será utilizada para pagar despesas de espaços e também para atividades culturais

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

11h09 - 01/09/2020

Atualizado há 3 meses

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A Secretaria de Cultura de Campinas vai receber R$ 7 milhões do governo federal para socorrer o setor cultural que foi duramente afetado pela pandemia do coronavírus. Todas as atividades culturais estão suspensas.

Segundo o secretário de Cultura de Campinas, Ney Carrasco, a verba deve chegar até a segunda quinzena de setembro.

O dinheiro da Lei Aldir Blanc será utilizado em duas ações. A primeira será uma liberação de recursos entre R$ 3 mil e R$ 10 mil para subsidiar espaços culturais, cujas atividades foram suspensas devido à covid-19. Esse dinheiro pode ser utilizado para pagamento de aluguel, contas de água, luz, etc. “Mas vamos incluir também algumas artes que não têm um espaço físico, mas que necessitam de ajuda como, por exemplo, o grupo de folia dos reis”, disse ele.

A segunda divisão do bolo será para custear as atividades culturais por meio de editais e que vão atingir uma diversidade de expressões culturais. O valor vai depender de cada projeto.

De acordo com Carrasco, R$ 3,8 milhões serão gastos com os espaços culturais e R$ 3,2 milhões com os editais. “Mas essa divisão pode ser alterada”, disse ele.

A vida dessa verba, segundo o secretário, vai ajudar muitos os artistas que foram duramente afetados pela crise econômica gerada pela pandemia.

Nunca imaginei que veria uma pessoa do setor cultural pegando cesta básica para sobreviver. O trabalhador da cultura ganha por serviço. Se tem show vai lá e apresenta. Mas, de repente, parou tudo e eles ficaram numa situação de vulnerabilidade. Nossa ideia é atender o máximo de pessoas”

Ney Carrasco, secretário de Cultura

A Secretaria de Cultura já distribuiu 500 cestas básicas para os artistas.

O secretário dez um apelo para que as pessoas que trabalham com cultura – seja a tia do acarajé ao cantor – se cadastrarem no mapa cultural para que a cidade tenha um levantamento do número de artistas. Hoje são 150 equipamentos e 1,5 mil trabalhadores de Cultura.

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