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Blog da Rose

Dário pede informações ao MPE sobre vazamento de ação inexistente de compra de voto

Campanha diz que adversários usaram o caso como instrumento político

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

11h08 - 29/10/2020

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O advogado Marcelo Pelegrini protocolou um pedido de informações ao Ministério Público Eleitoral para obter informações sobre o vazamento de uma ação inexistente com pedido de cassação de registro de candidatura de Dário Saadi (Republicanos) à Prefeitura de Campinas por compra de votos.

Como o procedimento está sob sigilo, o advogado não informou o conteúdo do questiomento, mas decidiu protocolá-lo porque “o vazamento foi utilizado como instrumento político por campanhas adversárias.”

Na terça-feria (27/10), a Promotoria negou que tivesse protocolado ação contra o candidato na Justiça. O posicionamento do MP ocorreu depois que uma cópia de uma ação com o nome da promotora Simone Rodrigues Horta Gomes, que não tinha a sua assinatura, começou ser veiculada nas redes sociais, dizendo que ela havia ajuizado o pedido de cassação. A Promotoria informou que a ação, por um equívoco foi encartada no sistema do MP e enviada por uma advogada à imprensa.

O conteúdo referia-se fo a um evento em que Dário participou no dia 26 setembro, no qual ofereceu consultas médicas gratuitas no condomínio Residencial Ouro Verde , localizado no Parque Universitário, no distrito do Ouro Verde.

O texto do convite para o evento dizia “Senhores moradores, sábado dia 26/09/2020 das 10:00 h as 12:00 h o Dr. Dário Saadi estará em nosso condomínio (BLOCO 16) para realizar exame médico.”

A denúncia foi feita na MPE pelo candidato a vereador Rafael Bressani.

O texto da promotora, que não foi protocolado na Justiça, mas que ganhou as redes sociais, diz que houve dolo e o foco na eleição foi constatado pelo contexto, como a fila de pessoas em busca da gratuidade, anúncio em rede social, apresentação como atividade de campanha, aglomeração de pessoas.

Outro lado

Dario Saadi, em sua defesa, diz que realiza o evento gratuitamente de avaliação médica de moradores do Residencial Ouro Verde há 20 anos. “É uma iniciativa que faz parte do seu compromisso de médico e independe de eleições ou de cargos que ele tenha ocupado. Apenas o desespero de adversários pode explicar a transformação desse fato em causa eleitoral”, diz a nota.

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