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Blog da Rose

Dário Saadi quer reduzir desigualdade social em Campinas

Eleito com 222 mil votos, novo prefeito quer ainda reduzir burocracia da máquina pública

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

08h19 - 01/01/2021

Atualizado há 23 dias

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Dário Saadi (Republicanos) toma posse na manhã desta sexta-feira (01/01) com objetivo de reduzir a desigualdade social em Campinas. Eleito com 222 mil votos (57%), ele sabe que o eleitor de Campinas está desencantado com a política e espera do próximo prefeito uma gestão que traga qualidade de vida aos moradores.

Ele diz que quer atrair investimentos e gerar empregos. Também está no seu radar projetos na área de saúde como contratação de médicos e criação de um hospital infantil. Dentro da gestão, ele prometeu focar a digitalização dos serviços públicos e reduzir a burocracia como a adoção do projeto Aprova Rápido, utilizado na Capital, que possibilita rapidez na liberação de álvarás. Em São Paulo, o documento é liberado entre 75 e 130 dias.

Como medidas que vão impactar o bolso do campineiro estão o não aumento das tarifas de ônibus e da água. Em 2021, não serão reajustadas. Ele também prometeu reduzir o número de comissionados. Hoje Campinas tem cerca de 500 cargos que podem ser nomeados com uma canetda do prefeito, sem necessidade de concurso público.

Espero que na minha gestão em Campinas a qualidade de vida melhore e a desigualdade social diminua!

Dário Saadi, prefeito de Campinas

Médico de formação, ele sabe que terá desafios impostos pela covid-19 ainda neste primeiro mês de seu governo. Os casos têm aumentado. Na última quarta-feira, Campinas tinha 1.466 mortes e 50.393 casos confirmados da doença. “Vou pedir ao Estado que amplie o número de leitos de UTI porque no auge da pandemia tínhamos 90 leitos e hoje temos apenas 17”, disse ele, lembrando ainda que a cidade tem atendido muitos pacientes de outras cidades.

Secretariado

Na formação de seu secretariado, ele tem uma forte presença de nomes que ocuparam os cargos no governo Jonas Donizette (PSB). Dos 31 cargos de primeiro escalão, 15 deles atuaram na gestão jonista.

Dário, porém, decidiu que seria o responsável pela escolha de algumas pastas que ele considera essenciais como Saúde, Educação, Finanças e Sanasa.

Equipe

Transportes: Vinicius Rivarete (cota do DEM/governo Jonas)

Infraestrutura: Carlos José Barreiro (governo Jonas)

Governo – Michel Abrão Ferreira

Camprev: Marionaldo Maciel

Comunicação: Guilherme Fabrini (governo Jonas)

Mata Santa Genebra: Cidão Santos (cota do PSL)

Chefia de Gabinete: Aderval Fernandes

Cultura: Sandra Ciocci

Assistência Social: Vandercleya Elvira Moura (cota do Republicanos)

Administração: Maria Emília de Arruda Facioni

Verde: Rogério Menezes (cota do PV/governo Jonas)

Finanças: Aurílio da Costa Caiado

Gestão e Controle: André Von Zuben (cota do Cidadania/governo Jonas)

Recursos Humanos : Elaine Jocelaine Pereira (governo Jonas)

Trabalho e Renda: Gustavo de Tela Ferreira (cota do PSD)

Esportes: Fernando Vanin

Educação – José Tadeu Jorge

Saúde: Lair Zambon

Planejamento e Urbanismo: Renato Mesquita (cota do PSL)

Habitação: Arly de Lara Romêo (cota do PSL)

Segurança: Cristiano Biggi (governo Jonas)

Serviços Públicos: Ernesto Paullela (governo Jonas)

Relações Institucionais – Wanderley Almeida (vice-prefeito/governo Jonas)

Assuntos Jurídicos – Peter Panutto (governo Jonas)

Desenvolvimento Econômico: Adriana Flosi (cota do PSD)

Administração indireta

Setec: Eduardo Lima ( cota do MDB)

IMA: Eduardo Coelho (cota do MDB)

Sanasa – Manuelito Pereira Magalhães Júnior

Rede Mário Gatti – Sérgio Bizogni

Ceasa: Valter Greve (DEM)

Emdec: Airton Camargo e Silva

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