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Bolsonaro muda discurso e anuncia medidas: “esforço tem que ser coletivo e o foco a saúde brasileira”

Presidente e ministros falaram de ações integradas e pediram calma

Carlos Giacomeli, Band Mais

17h22 - 18/03/2020

Atualizado há 11 dias

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O presidente Jair Bolsonaro reuniu a equipe de ministros para anunciar que está ciente do cenário de risco do coronavírus e anunciar apoio financeiro a setores que podem apresentar dificuldades para superar o período.

Entre as medidas está um gasto de R$ 15 bilhões para os próximos três meses. Período em que serão distribuídos vouchers para trabalhadores informais para superar o período de crise provocado pelo coronavírus.

Além disso, o ministro da Infraestrutura Tarcísio Freitas disse que as companhias aéreas terão ajuda financeira para bancar reembolsos aos passageiros e também mais prazo para pagar as outorgas aeroportuárias.

Falou também da polêmica sobre o fechamento de aeroportos. Que é preciso ter cuidado porque medicamentos também precisam desse tipo de transporte.

Depois foi a vez da Paulo Guedes afirmar que o Governo viabilizou gastos após declarar estado de calamidade pública. No total, serão R$ 5 bilhões por mês para proteger trabalhadores sem carteira, os autônomos.

Com o estado de calamidade pública, o governo fica desobrigado de cumprir metas fiscais, o que impede o bloqueio de R$ 40 bilhões que seria necessário no orçamento.

As dívidas com bacos públicos devem ser suspensas por 60 dias e também está prevista a redução de juros de cheque especial e demais linhas de crédito pessoal, além de aumentar número de beneficiados pelo programa Minha casa Minha Vida.

O governo também estuda a suspensão de contratos de trabalho para evitar demissões e o pagamento de seguro desemprego no período, o que daria um respiro para as empresas.

Bolsonaro, pela primeira vez, admitiu a gravidade do cenário e disse que precisa da ajuda de todos. “A minha obrigação como Chefe de Estado é se antecipar aos problemas e levar verdades desde que essa verdade não ultrapasse o limite do pânico. Nós já tivemos problemas mais graves que não tiveram essa repercussão toda. O momento é de união, reflexão e buscar soluções. É uma questão grave, mas não podemos entrar no campo da histeria. Esse é o meu papel: levar paz sem deixar de se preocupar. É grave, é preocupante, mas não chega ao ponto da histeria ou comoção nacional”, disse.

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