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Prefeitura de Campinas

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Dengue adoece 1,7 mil pessoas em Campinas

Região Sudoeste é a que concentra o maior número de casos da doença

Band Mais

12h08 - 17/04/2020

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Campinas confirmou 1.703 casos de dengue neste ano, segundo levantamento da Secretaria Municipal de Saúde. Dados são até o último dia 13 de abril e mostram que a incidência é de 140 casos para cada 100 mil habitantes. Nenhuma morte foi registrada até o momento. 

A região com maior número de casos é a Sudoeste, com 490, seguida pela Noroeste, com 463. As regiões Leste, Norte e Sul têm, respectivamente, 294, 277 e 170 confirmações. Há ainda nove registros que ainda não tiveram a localização identificada.  Os dados mostram que em toda a cidade há áreas de transmissão, alertando para a necessidade de intensificar o combate à dengue com a participação de toda a sociedade.

 “O aumento no número de casos é esperado para essa época do ano. O pico é aguardado para abril, dentro da sazonalidade da dengue”, explica a Coordenadora do Programa Municipal de Controle de Arboviroses, Heloísa Malavasi, do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) da Prefeitura.

Dados epidemiológicos identificam que 80% dos criadouros estão dentro das casas. “Precisamos contar com a população contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, com cuidados dentro de casa, nos quintais e vistoriando e eliminando criadouros”, explica Malavasi.

Ela chama atenção para locais como calhas, caixas d’água e os ralos em quintais e áreas internas pouco usadas, mas que podem acumular água e se tornar criadouros, além das floreiras, vasos e materiais descartáveis. Outro ponto que ajuda a sustentar a transmissão da dengue são as obras e construções que podem favorecer o acúmulo de água da chuva.

Esses locais precisam ser vistoriados e limpos para eliminar criadouros do mosquito. “Esperamos que, nesse momento em que as pessoas estão mais em casa, que tenham cuidado e limpem mais seu ambiente, mantendo-o livre dos criadouros do mosquito”, pede a coordenadora do Programa de Controle de Arboviroses de Campinas. “Se há mosquitos, há criadouros por perto”, afirma Heloísa Malavasi.  

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