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Blog da Rose

Entidade pede para que bares de Campinas fiquem abertos durante a fase vermelha

Estado ficará na fase mais restritiva de 1 a 3 de janeiro

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

15h04 - 28/12/2020

Atualizado há 26 dias

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A Abrasel RMC (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes da Região Metropolitana de Campinas) quer que a Prefeitura de Campinas autorize o funcionamento de bares e restaurantes entre os dias 1 e 2 de janeiro. O período coincide com a fase vermelha do Plano de Flexibilização de São Paulo em todo o Estado, que vai até o dia 3 de janeiro, quando apenas o comércio essencial está autorizado a abrir. A entidade pede que a cidade permaneça na fase amarela.

No documento, a Abrasel RMC justifica que o setor de Alimentação Fora do Lar vem sofrendo ao longo de 2020, mas que mesmo assim vem trabalhando dentro da lei e seguindo, até agora, todos os protocolos e determinações das autoridades. “Esta última restrição do Governo do Estado, aceita e seguida pela cidade de Campinas, foi a gota d’água para os comerciantes, que estão desesperados e não aguentam mais seguir esses decretos, que são desproporcionalmente punitivos ao setor de bares e restaurantes”, diz o documento.

No Estado, 20 cidades não seguiram o decreto. Porém, o governo do Estado vai notifica-las e enviar a relação ao Ministério Público.

De acordo com a Abrasel RMC, após registrar um crescimento de 4,5% em 2019, após dois anos de recessão, o setor vai fechar 2020 com um quadro totalmente adverso, com queda de 60% nas vendas e faturamento.

Vale ressaltar que dezembro, por conta das festas de Natal e Réivellon, é o mês de maior faturamento para o setor. Estas vendas ajudam no pagamento de contas de janeiro, como salários, 13º salário do pessoal, impostos e, em 2021, o pagamento das parcelas de auxílio concedido pelo Governo Federal para manutenção dos empregos e dos próprios estabelecimentos.

“Bares e restaurantes haviam se programado com compra de estoque e de um dia para outro, sem qualquer antecedência, teve que cancelar tudo, arcando com enormes prejuízos, produtos estocados e dívidas com fornecedores”, justifica Matheus Mason, Presidente da Abrasel RMC

Cidades que foram contra o decreto estadual: Águas de São Pedro, Socorro, Caraguatatuba, São Sebastião, Bauru, Itupeva, Santos, Praia Grande, São Vicente, Mirandópolis, Franca, Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Lindoia, Cotia e Barretos.

Outro lado

O prefeito eleito Dário Saadi (Republicanos) que toma posse na próxima sexta-feira (01/01) disse que a cidade tem de cumprir a determinação do Estado. “Muitos municípios descumpriram em outras ocasições o decreto estadual e tiveram de voltar atrás por decisões judiciais”, disse ele.

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