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Estado vai mandar pacientes com covid-19 para hospitais de Campinas

Estado tem 69,3% dos leitos de UTI ocupados

Rose Guglielminetti, Band Mais

14h53 - 30/04/2020

Atualizado há 28 dias

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O governo de São Paulo vai mandar pacientes com covid-19 para os hospitais do interior, entre eles, o AME Campinas e o HC (Hospital de Clínicas) da Unicamp.

A medida é devido à alta de ocupação dos leito de UTI em São Paulo. Segundo o secretário de Saúde do Estado, José Henrique Germann, a ocupação dos leitos de UTI no Estado está em 69,3% nesta quinta-feira (30/04). Na capital, a situação piora: 89%.

Vamos começar a utilizar os leitos das cidades do interior para tradamento de pacientes da Grande São Paulo. A regulação será feito pelo Cross (central de vagas do Estado) ”

José Henrique Germann, secretário estadual de Saúde

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), disse que vai procurar o governo de São Paulo para que evite o encaminhamento de pacientes da capital para o AME Campinas. Ontem, tinham quatro pacientes internados na unidade exclusiva para atendimento de doentes da covid-19. No HC da Unicamp não tinha nenhum paciente da capital. “Não é falta de solidariedade, mas quero preservar os leitos para a cidade”, disse ele.

Em Campinas, dos 680 leitos de UTI (adultos, pediátricos e neonatais), distribuídos nas redes pública e privada do município, 434 estão ocupados (63,82% de ocupação).

Casos

São Paulo tem registra 2.375 mortes e tem 28.698 casos confirmados da covid-19.

‘Óbitos inflados’

Germann leu uma nota que disse que o governo lamenta a fala “enviesada e irresponsável” do presidente Jair Bolsonaro que disse que os números de mortes por covid-19 em São Paulo são inflados. Diz ainda que é justamente o isolamento que impediu o aumento da curva da doença no Estado. “A confirmação da morte ocorre apenas se o teste confirmar a contaminação por coronavírus”, diz o comunicado lido por Germann.

David Uip, coordenador do comitê de combate ao coranavírus, disse que não há falsificação de atestado de óbito provocado pela doença. “A mim me causa um constrangimento falar de mortes. Podem ter absoluta certeza que quando falamos de mortes, nos causa dor e não vamos inflar números de má notícia”, disse ele.

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