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Esporte

Ex-técnico de Ponte Preta, Guarani e Seleção Feminina, Vadão morre aos 63 anos

Owvaldo Alvarez lutava contra um câncer desde o fim do ano passado

Carlos Giacomeli

14h58 - 25/05/2020

Atualizado há 7 meses

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O técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, morreu no início da tarde desta segunda-feira (25), em São Paulo, onde estava internado em decorrência de um câncer no fígado, que já havia atingido outros órgãos.

Ele havia descoberto a doença em um exame de rotina, em dezembro do ano passado e, com quadro grave, acabou não resistindo ao tratamento.

Desde o último dia 12, com o agravamento do quadro, Vadão estava internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O técnico deixa a esposa Ana Alvarez e dois filhos, Adriano e Carolina Alvarez, ambos também faziam parte diretamente da vida profissional do pai, no setor de assessoria. O velório e o sepultamento acontecem em Monte Azul Paulista, onde Vadão nasceu.

Ídolo por onde passou

O treinador tinha 63 anos e seu último trabalho havia sido à frente da Seleção Feminina de Futebol , na Copa do Mundo, em 2019, em sua segunda passagem pela CBF. O treinador já havia dirigido as meninas nas Olimpíadas do Brasil, em 2014.

A carreira de sucesso começou com o “Carrossel Caipira”, nome dado ao time do Mogi Mirim que brilhou nos anos 90, com a estrela Rivaldo, que depois foi pentacampeão com a Seleção Brasileira.

Rafael Ribeira/CBF

Em Campinas, cidade onde conquistou o respeito de pontepretanos e bugrinos por defender com ótimo desempenho as duas equipes, Vadão ficou conhecido como “Rei do Dérbi”, já que nunca foi derrotado em confronto contra o rival.

No Guarani foram 204 jogos com 88 vitórias, 45 empates e 71 derrotas. Aproveitamento de 50,5% em cinco passagens. Na Ponte Preta foram 129 partidas em quatro passagens com 55 vitórias, 27 empates e 47 derrotas.

Vadão também comandou o São Paulo, onde revelou Kaká, que também foi campeão com a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002.

Os clubes também homenagearam o treinador:

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