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Blog da Rose

Funcionários do Hospital Ouro Verde vão protestar por testagem de covid-19 e aumento de salário

Trabalhadores querem reajuste imediato de 2,05%

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17h37 - 17/07/2020

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Os funcionários terceirizados do Hospital Ouro Verde prometem fazer amanhã, a partir das 8h, uma carreta nas ruas próximas à unidade hospitalar em protesto pela ausência de negociação salarial e inclusão imediata de testagem contra o coronavírus e contratação de novos funcionários.

A decisão foi tomada em assembleia dos trabalhadores na última quarta-feira (15/07). A responsável pela gestão do Ouro é o Cejam (Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”).

O Sinsaúde reivindica a antecipação salarial imediata de 2,05%, correspondente ao INPC; aumento real de 5%; adicional de insalubridade em grau máximo de 40% para todos, independentemente da função ou setor que atuam; pagamento de um abono salarial de R$ 500,00 enquanto durar a pandemia e reajuste salarial de 30% no vale-refeição e vale-alimentação, considerando que estes valores nunca foram reajustados.

“Nós pedimos que a Rede Mario Gatti respeite e atenda as nossas reivindicações para que possamos amparar os trabalhadores da saúde. Caso o hospital não queira negociar as exigências nós iremos avaliar a necessidade de outras medidas”, disse o diretor do Sinsaúde, Paulo Sérgio Pereira da Silva. 

A testagem para covid-19 dos funcionários foi exigida devido ao risco que os colaboradores têm de contrair o vírus, inclusive com emissão de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), além disso, o Sinsaúde também requisitou que os que testarem positivo ou que representem grupo de risco sejam afastados imediatamente e que os infectados recebam atendimento psicológico.

“O foco das negociações do Sinsaúde é trazer saúde, segurança e reconhecimento para os trabalhadores que estão na linha de frente no combate à pandemia, mas a administração se nega a negociar”, disse a presidente do Sinsaúde, Sofia Rodrigues do Nascimento. 

Outro lado

Em nota, o Cejam informou que já iniciou negociações com o sindicato patronal (Sindhosfil) no dia 2 de julho e cumpre a legislação trabalhista vigente. Afirmou ainda que todos os funcionários que apresentam sintomas são submetidos ao teste de presença viral (PCR), realizado em laboratório de confiança. “Adicionalmente, o CEJAM preza pela saúde e segurança de seus colaboradores, fornecendo equipamentos de proteção individual necessários para atender às necessidades da unidade e respeitando o tempo de uso recomendado pelos órgãos reguladores, o que inclui máscaras cirúrgicas, máscaras N95, aventais, viseiras, óculos, luvas, etc. Cabe reforçar que a organização mantém um serviço de apoio psicológico para todos os  profissionais”

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