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Governo do Irã admite ter derrubado Boeing ucraniano acidentalmente

Acidente matou as 176 pessoas que estavam a bordo, a maioria delas iraniana-canadense, mas também havia britânicos, suecos e ucranianos

Band Mais

08h21 - 11/01/2020

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O governo do Irã admitiu hoje que seus militares derrubaram sem intenção o avião ucraniano que caiu na última quarta-feira nas imediações de Teerã, logo após decolagem. Todas as 176 pessoas a bordo morreram.

Logo após a admissão da culpa, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, escreveu em uma rede social que “essa grande tragédia” trata-se de “erro imperdoável”. A investigação interna foi feita pelas Forças Armadas do Irã, que prossegue com as apurações.

O líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, manifestou seus “profundos sentimentos” às famílias das vítimas. O ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohamad Zarif, também disse lamentar profundamente e pediu desculpas às famílias e aos mortos. Amir Ali Hajizadeh, o comandante das forças aeroespaciais, afirmou que a Guarda Revolucionária aceita a responsabilidade plena pelo incidente.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, quer um pedido oficial de desculpas e exigiu que as investigações sobre o desastre continuem.

Com base em vídeos, Canadá, Reino Unido e Estados Unidos já afirmavam na quinta-feira que o avião, um Boeing 737, havia sido abatido por um míssil iraniano, provavelmente por engano. O voo PS752 da Ukraine Airlines International (UAI) decolou de Teerã rumo a Kiev e caiu dois minutos depois. Entre as 176 pessoas que estavam a bordo e morreram a maioria era iraniana-canadense, mas também havia britânicos, suecos e ucranianos.

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