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Itália só dará uma dose de vacina para parte da população que teve covid-19

Decisão afeta pessoas infectadas com antecedência de três a seis meses à aplicação da dose

Agência Brasil

13h14 - 04/03/2021

Atualizado há 1 mês

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A Itália só administrará uma dose de vacina a pessoas infectadas com covid-19 com antecedência de três a seis meses, informou o Ministério da Saúde, uma medida que parece buscar poupar vacinas em meio a uma distribuição irregular na União Europeia (UE).

A recomendação se aplica tanto a pessoas que adoeceram quanto àquelas que foram diagnosticadas e estão assintomáticas.

A Itália é o terceiro país da UE, depois da França e Espanha, a seguir esse caminho, no momento em que nações do bloco enfrentam dificuldades para intensificar suas campanhas de vacinação devido a cortes de suprimentos impostos pelas farmacêuticas.

A Itália, que tem população de cerca de 60 milhões de habitantes, havia administrado 4,76 milhões de doses de vacinas até a manhã desta quinta-feira (4), e cerca de 1,5 milhão de pessoas já receberam as duas doses recomendadas.

No total, o país recebeu 6,3 milhões de doses dos fabricantes, mas atrasos recorrentes no suprimento prejudicam os esforços de inoculação.

O primeiro-ministro, Mario Draghi, reformulou a maneira como o país enfrenta a pandemia desde que tomou posse, no mês passado, substituindo o comissário especial para a covid e o chefe da agência de proteção civil visando a acelerar as vacinações.

Durante uma reunião de líderes da UE na semana passada, Draghi também sugeriu que as primeiras doses sejam priorizadas. No momento, muitos países do bloco, inclusive a Itália, estão seguindo as recomendações das farmacêuticas de dar duas doses separadas e, em vista disso, guardando doses.

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