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Maior hospital de campanha de São Paulo abre suas portas e recebe primeiros pacientes infectados

Projetado para abrigar 1,8 mil leitos no Anhembi, unidade recebeu na tarde deste sábado (11) seu primeiro paciente; ainda para hoje, outros sete serão admitidos

Agência Brasil, Band Mais

19h18 - 11/04/2020

Atualizado há 1 mês

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O maior hospital de campanha para combate à covid-19 da capital paulista, projetado pela prefeitura de São Paulo para abrigar 1,8 mil leitos no Anhembi, recebeu na tarde deste sábado (11) seu primeiro paciente. Está prevista, ainda para hoje, a admissão de mais sete pessoas. Nesta primeira fase da operação, a unidade conta com 326 leitos. O restante dos leitos entrará em operação a partir da segunda quinzena de abril, segundo o município. 

Para a cidade de São Paulo, está prevista a operação de três hospitais de campanha, que são unidades médicas temporárias, para o combate à covid-19. O hospital instalado no Pacaembu, também da prefeitura, já está funcionando desde a última segunda-feira (6) e conta com 200 leitos. Até as 15h de hoje, 47 leitos estavam ocupados, dos quais 45 pacientes estavam em leitos de baixa complexidade e dois na sala de estabilização, com recursos para tratamento de casos mais graves. Está prevista para hoje também a admissão de mais 13 pacientes nesta unidade.

Já o hospital do Complexo do Ibirapuera, que será aberto em 1º de maio, é uma iniciativa do governo do estado e terá capacidade para 240 leitos.

O objetivo dos hospitais de campanha é atender casos de baixa e média complexidade, liberando as outras unidades públicas de saúde para o atendimento da alta complexidade e para internação de pacientes com quadros mais graves e aqueles com necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

No total, prefeitura e governo estadual vão acrescentar 2.240 leitos de baixa e média complexidade na capital paulista com a construção desses três hospitais de campanha.

Os equipamentos funcionarão de portas fechadas, ou seja, as pessoas não serão atendidas diretamente na porta do hospital de campanha. Os pacientes chegarão, exclusivamente, encaminhados pelos equipamentos públicos de saúde – hospitais, pronto-socorros, Unidades de Pronto Atendimento e Assistências Médicas Ambulatoriais.

Conforme informou a prefeitura, caso o quadro de saúde do paciente instalado em leito do hospital de campanha se agrave, ele será encaminhado para um dos leitos de estabilização. Em caso de piora do quadro clínico, o paciente utilizará os recursos disponíveis na sala de recuperação e, se necessário, será transferido para outro hospital com recursos de UTI.

Os três hospitais de campanha serão administrados por organizações sociais, via convênio com os governos. Essas entidades são responsáveis pela administração dos serviços de saúde da unidade e pela contratação dos profissionais que farão os atendimentos.

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