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Blog da Rose

Marcos Bernardelli não volta para novo mandato na Câmara de Campinas

Entre os que ficaram de fora também estão os ex-presidentes do Legislativo Aurélio Cláudio (PDT) e Campos Filho (Pode)

Zezé de Lima, Blog da Rose

08h58 - 16/11/2020

Atualizado há 16 dias

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A eleição para vereador também trouxe surpresas este ano. A renovação, que atingiu pouco mais de 42%, em parte por causa de desistências e por que candidatos optaram por disputas para novos cargos, expulsou da Casa pesos-pesados da política de Campinas. Entre os que ficaram de fora, rechaçados pelo voto popular, estão o atual presidente da Câmara, Marcos Bernardelli (PSDB), e os ex-presidentes Aurélio Cláudio (PDT) e Campos Filho (Podemos).

Bernardelli impôs a Campinas no último ano um aumento de gastos com os funcionários da Câmara: reduziu a jornada dos novos concursados em 25%, sem mexer no salário, e ampliou o tíquete refeição para todos os comissionados da casa, levando cada servidor do Legislativo campineiro a receber R$ 1.428,00 entre o vale-refeição e alimentação mensalmente. O tucano venceu sua primeira eleição em Campinas em 2012, com 4.337 votos. No biênio 2015-2016, foi presidente da Comissão Permanente de Finanças e Orçamento. Em 2016, foi candidato à reeleição e se reelegeu para a Legislatura 2017-2020 com 5.044 votos. Está na Presidência da Casa desde 2019.

A primeira eleição de Aurélio Cláudio foi em 1996, quando ficou como suplente de vereador. Ele assumiu o cargo em 1999, quando o vereador do então PPS se elegeu deputado estadual. Em 2000, foi eleito novamente, assim como em 2004, agora pelo PDT. Assumindo o mandato pela terceira vez em 2005, chegou a presidente da Câmara Municipal de Campinas, apoiado, principalmente, pelo então prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) e sua mulher, Roseli Nassim, braço-direito do pedetista na prefeitura. Vereador mais votado em 2008, de novo assumiu a presidência da Câmara poiado por Hélio e Roseli. Em abril de 2016, pelo Partido da Mulher Brasileira (PMB), voltou a ser reeleito. Em março de 2020, Aurélio voltou para o PDT.

Campos Filho foi presidente da Casa no biênio 2013-2014. Atualmente é o segundo secretário da Mesa da Câmara (no biênio 2019-2020), mesmo cargo que ocupou no biênio 2015-2016.  Anteriormente ligado ao DEM, o parlamentar trocou de partido na janela partidária de 2020, e desde então é filiado ao Podemos. Campos Filho iniciou em 2016 seu quinto mandato. O primeiro foi em 2001, quando foi eleito com 14.280 votos – a segunda maior votação daquela eleição. Quatro anos depois foi reeleito com a terceira maior votação da cidade.

Outros que saem

Na lista dos que cedem suas cadeiras estão ainda Gilberto Vermelho e Luiz Yabiku (PSB) e Paulo Galtério (PL). Tanto Vermelho quanto Galtério estão entre os principais bastiões do governo Jonas Donizetti (PSB), com defesas sistemáticas do prefeito. Outros que submeteram novamente seus nomes ao desejo do eleitor e que ficaram de foram são Carlão do PT (PT), Ailton da Farmácia (PSB) e Cidão Santos (PSL). Antonio Flôres (sem partido), Vinícius Gratti (PP) e Tenente Santini (PP), atualmente com mandatos, não participaram da disputa. Já André Von Zuben (Cidadania) e Pedro Tourinho (PT) não voltam porque concorreram nesse pleito ao cargo de prefeito.

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