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Ministério da Saúde solicita ao Butantan entrega imediata das 6 milhões de doses da CoronaVac

Medida se deu pelo atraso no voo que irá à Índia buscar as doses da vacina Oxford/AstraZeneca

Band Mais

20h59 - 15/01/2021

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O Ministério da Saúde solicitou ao Instituto Butantan nesta sexta-feira, 15, a entrega imediata das 6 milhões de doses da CoronaVac, que já foram importadas e são objeto do pedido de autorização de uso emergencial perante à Agência Nacional de Vigilância Sanitária. As informações são de Nathália Pase, da BandeNews FM.

O diretor do Departamento de Logística em Saúde do Ministério, Roberto Ferreira Dias, enviou o ofício hoje ao diretor do Butantan, Dimas Covas.

Um trecho do ofício ressalta a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado, tendo em vista que o ministério precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa. 

O documento ainda afirma que as 6 milhões de doses farão parte do Plano Nacional de Vacinação.

Em resposta ao requerimento do Ministério da Saúde exigindo o envio de vacinas para a guarda do governo federal, o Instituto Butantan afirma que questionou a pasta federal sobre o “quantitativo destinado ao Estado de São Paulo”.  

De acordo com o Butantan, “para todas as vacinas destinadas pelo instituto ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), é praxe que uma parte das doses permaneça em São Paulo, estado mais populoso do Brasil”.

“Isso acontece, por exemplo, com a vacina contra o vírus influenza, causador da gripe. Portanto, o instituto aguarda manifestação do Ministério também em relação às doses da vacina contra o novo coronavírus”, diz o Butantan em nota.

Leia a nota do Instituto Butantan

“O Instituto Butantan esclarece que recebeu o ofício do Ministério da Saúde e já enviou resposta perguntando à pasta federal qual quantitativo será destinado ao Estado de São Paulo. Para todas as vacinas destinadas pelo instituto ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), é praxe que uma parte das doses permaneça em São Paulo, estado mais populoso do Brasil. Isso acontece, por exemplo, com a vacina contra o vírus influenza, causador da gripe. Portanto, o instituto aguarda manifestação do Ministério também em relação às doses da vacina contra o novo coronavírus.”

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