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MP recomenda fechamento de todas as lojas de shopping que fica na divisa de Sorocaba e Votorantim

Parte das lojas foi fechada após Sorocaba voltar à fase vermelha do Plano São Paulo

Cida Haddad/ Eko Digital, Band Mais

20h24 - 23/06/2020

Atualizado há 6 meses

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O Ministério Público do Estado São Paulo recomendou que o Shopping Iguatemi Esplanada que fica na divisa das cidades de Sorocaba e Votorantim feche todas as lojas em um prazo de 24 horas. Em caso de descumprimento, o Ministério Público poderá tomar as medidas judiciais necessárias. Toda a questão que envolve o shopping teve início após Sorocaba voltar à fase vermelha do Plano São Paulo, na qual podem funcionar apenas serviços essenciais.

Essa mudança de fase fez com que o atendimento em shopping fosse alterado. O Shopping Iguatemi Esplanada informou que, atendendo ao Decreto Municipal da Prefeitura de Sorocaba, manterá as lojas localizadas no território de Sorocaba fechadas até o dia 29 de junho. As operações localizadas no território de Votorantim, seguirão operando em horário reduzido, das 15 às 19 horas.

São cerca de 390 lojas e 35 delas estão em Sorocaba. Entre essas, algumas operam porque são essenciais como clínica de vacinação, consultório odontológico, loja de material de construção e lojas de alimentação que fazem delivery.

O documento do Ministério Público é assinado pela promotora Cristina Palma, que destaca que o shopping tem sua sede e domicílio em Sorocaba, e possui convenção de condomínio registrada em cartório da cidade.

Segundo o documento, o empreendimento é administrado por um consórcio e tem unidades condominiais localizadas tanto na cidade de Sorocaba como na de Votorantim.

Ainda, de acordo com o documento, “embora o Shoppping Iguatemi Esplanada tenha lojas situadas no território dos dois municípios, Sorocaba e Votorantim, tal situação não poderia autorizar seu funcionamento de forma parcial, já que se trata de um único empreendimento comercial, pertencente ao mesmo condomínio, possuindo também uma única administração, além de entradas e saídas interligadas, e não autônomas para cada unidade comercializada pelo condomínio, de maneira a ser tratado, sob o aspecto de autorização para funcionar durante a pandemia, também de maneira uniforme”.

Cida Haddad/ Eko Digital

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