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Entretenimento

Morre, aos 88 anos, Maurício Sherman, um dos pioneiros da TV no Brasil

O diretor ajudou na criação do "Fantástico" e de programas como os da Xuxa, Angélica e Zorra Total

Nativa FM

10h25 - 17/10/2019

Atualizado há 5 meses

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Morreu, na manhã desta quinta-feira (17), no Rio de Janeiro, aos 88 anos, Maurício Sherman, um dos pioneiros da TV no Brasil, como ator, produtor e diretor.

Segundo a família, Sherman morreu em casa. O diretor contribuiu com várias emissoras do país, como a TV Tupi, a Excelsior e a Manchete.

Ele teve diversas passagens pela Globo e ajudou na criação de programas como o “Fantástico”, dirigiu humorísticos como “Faça Humor, Não Faça Guerra”, “Os Trapalhões” e os de Chico Anysio. Sherman também foi diretor-executivo da Central Glodo de Produção.

A CARREIRA

Nascido em 21 de janeiro de 1931, em Niterói, Região Metropolitana do Rio, formou-se em direito na Universidade Federal Fluminense.

O diretor começou sua trajetória na TV em 1951, quando participou da representação da Paixão de Cristo na TV Tupi.

Em 1952, Maurício Sherman se transferiu para a TV Paulista, canal 5 de São Paulo. Na emissora, ele represenou clássicos da literatura como “Rei Lear” e “Hamlet”, de William Shakespeare, e “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa.

Em 1954, retornou à TV Tupi, no Rio de Janeiro, permanecendo por dez anos no canal. Na sequência teve uma passagem rápida pela TV Excelsior até que Mauro Salles o convidou para trabalhar na Globo, em agosto de 1965.

A sua estreia na emissora dos Marinho foi na direção do “Espetáculo Tonelux”, programa apresentado por Marília Pêra, Gracindo Jr. Riva Blanche e Paulo Araújo. Em 1966, foi o diretor dos humorísticos “Riso Sinal Aberto” e “Bairro Feliz”.

Em 1968, Sherman deixou a Globo, quando era diretor do programa “Noite de Gala”, que passou a ser exibido pela TV Execelsior. Nesse mesmo ano, ele foi pra TV Tupi comandar a equipe de criação da emissora, ficando lá até 1972.

Sherman então retorna à Globo para dirigir o humorístico “Faça Humor, Não Faça Guerra”, com Jô Soares, Renato Corte Real, Luis Carlos Miéle, Paulo Silvino e Sandra Bréa.

Em 1973, ele participou da equipe de criação do “Fantástico” e foi um dos diretores do programa por três anos. Ele deixou a Globo em 1977 rumo à TV Tupi em São Paulo.

Mas em 1981 este de volta à emissora carioca dirigindo por dois anos os programas “Chico Anysio Show” e “Os Trapalhões”. Em 1983, depois de passar pela TV Bandeirantes, Sherman aceitou o convite de Adolfo Bloch, dono da TV Manchete, para dirigir a programação da emissora recém-inaugurada.

Na emissora de Bloch, o diretor foi o responsável pela descoberta e lançamento de Xuxa e Angélica como apresentadoras. Em 1988, ele retorna à Globo, agora como diretor-executivo da CGP.

A partir dessa volta foram diversos trabalhos na emissora como o humorístico “Zorra Total”, que assumiu em 1999, e a direção do “Domingão do Faustão”, em 2001.

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