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Blog da Rose

MPE pede impugnação de candidatura de Dr. Hélio por rejeição de contas

Promotoria sustenta que pedetista está inelegível

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

13h15 - 03/10/2020

Atualizado há 22 dias

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O MPE (Ministério Público Eleitoral) protocolou um pedido de impugnação da candidatura de Dr. Hélio (PDT). O motivo foi a reprovação das contas da Prefeitura de Campinas enquanto ele foi prefeito da cidade, o que o torna inelegível.

De acordo com a Promotoria, nos exercícios dos mandatos 2007/2008, e 2009/2012, o pedetista teve suas contas julgadas irregulares pelo TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo).

As contas foram reprovadas porque foram repassados recursos pela Prefeitura de Campinas, à época gerida pela impugnado, para diversas entidades que não realizaram prestação de contas dos valores recebidos.

Outro apontamento foi que foram julgados irregulares os convênios com o Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira e com a SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), que, na época, geriu o Hospital Ouro Verde, entre outros.

“Entrementes, inadmissível o deferimento do registro de candidatura do candidato Hélio de Oliveira Santos, que insiste, desde as eleições municipais de 2016, em novamente malversar o dinheiro público”, escreveu o MP.

Procurada, a assessoria do candidato se pronunciou através de nota oficial. “Todas as medidas jurídicas estão sendo tomadas para restabelecer a verdade. Dr. Hélio segue cumprindo normalmente a agenda de compromissos da sua campanha a prefeito de Campinas”. Ressaltou ainda que os advogados estão trabalhando “e acreditamos na justiça”

Mandato cassado

Hélio foi prefeito de Campinas por dois mandatos, sendo que ele foi cassado em agosto de 2011 por omissão em meio ao escândalo de corrupção no Caso Sanasa.

Sobre as denúncias do MP que apontaram desvios de recursos públicos na Sanasa e condenaram a sua mulher, Rosely Nassim Jorge Santos, Dr. Hélio diz que foi perseguido e entende que já cumpriu os oito anos de cassação. Porém, o ex-prefeito de Campinas teve várias contas rejeitadas pela Câmara, o que poderia o deixar ilegível até 2024.

Em 2016, Hélio também conseguiu começar a campanha, mas no final a Justiça cassou a chapa e os votos que ele obteve foram invalidados.



1 Comentário

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  • Claudio disse:

    NÃO EXISTE LISURA MORAL NA POLITICA EM ESCALA FEDERAL! Qualquer individuo de alalfabeto à criminoso consegue o beneficio de se candidatar a algum cargo publico.

    A FICHA LIMPA DEVERIA SER ITEM PRIMORDIAL PARA SE CANDIDATAR .

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