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Mulher embriagada que atropelou e matou grávida é condenada a 4 anos

Motorista vai poder voltar a retirar CNH em fevereiro do ano que vem

Band Mais

17h35 - 17/12/2019

Atualizado há 3 meses

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Na madrugada de 2 de novembro de 2.017 uma mulher grávida foi atropelada por um carro e morreu (junto com o bebê) em Campinas. Dois anos depois, a motorista, que neste ano completou 28 anos, que estava embriagada no momento do atropelamento, foi condenada a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto e teve o direito de dirigir suspenso por 6 meses.

Como a sentença foi proferida em julho deste ano, calcula-se que em fevereiro de 2020 ela poderá voltar a “tirar” nova habilitação e dirigir um veículo. A vítima não foi identificada e está sepultada (com o bebê) na ala dos corpos não reclamados do “Cemitério dos Amarais”.

Atropelamento e a morte

No dia 2 de novembro de 2.017, na alça de acesso da Rodovia Anhanguera à Avenida Prestes Mais, no Jardim do Trevo, o carro modelo Fox, prata, atropelou uma mulher que estava no meio da pista tentando atravessar num trecho de curva.

A vítima ficou jogada no asfalto e a motorista não parou. Quinze minutos depois, policiais militares que estavam em uma viatura encontraram o carro trafegando em alta velocidade na contramão na Avenida Francisco de Angelis, que é marginal ao Córrego do Piçarrão, região da Vila Marieta.

A pessoa que dirigia o carro não atendeu aos sinais dos policiais, quando começou uma perseguição que terminou na Avenida Engenheiro Cyro Lustosa, no bairro Swfit.

Os PMs perceberam que a mulher que dirigia o veículo demonstrava “sinais” de embriaguez. Os policiais também observaram que o vidro para-brisa estava quebrado e havia manchas de sangue e tufos de cabelo na parte da frente do carro.

A motorista, na época com 26 anos,disse aos policiais, que havia sofrido uma tentativa de furto. Foi levada para o Plantão do 1º Distrito Policial. Ao mesmo tempo os PMs receberam informação de uma mulher atropelada e com ferimentos graves na alça de acesso da Anhanguera para a Avenida Prestes Maia. A vítima foi levada para o Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, mas morreu no hospital.

Na delegacia, a motorista contou que havia consumido bebida alcoólica e que atropelou uma pessoa, mas não parou porque ficou com medo.

A motorista do carro foi autuada em flagrante por homicídio culposo na direção de veículo automotor, fuga de local de acidente, omissão de socorro e embriaguez ao volante. Ela ficou alguns dias na cadeia.

A vítima

A vítima era uma mulher de cerca de 30 anos, cor parda e que estava grávida de aproximadamente 21 semanas. Ela foi sepultada no dia 14 de novembro de 2017, junto com o bebê, na ala dos corpos não reclamados do Cemitério Parque Nossa Senhora da Conceição, no bairro dos Amarais. Ninguém identificou o corpo. Não há informação se a vítima fazia parte da população em situação de rua.

Texto: Bargas Filho

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