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Blog da Rose

Nova usina de compostagem trará economia de R$ 19,2 milhões à Prefeitura de Campinas

Restos de galho, lodo de esgoto e frutas vão virar adubo orgânico

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

08h00 - 08/11/2019

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A Prefeitura de Campinas vai começar a operar em dezembro uma usina de compostagem que irá trazer uma economia de R$ 19,2 milhões ao ano para os cofres públicos. Isso porque hoje a Administração gasta R$ 31,2 milhões ao ano para levar os resíduos para o aterro de Paulínia. Com o novo projeto, a prefeitura vai desembolsar R$ 12 milhões/ano para operar a usina que ficará numa área de 164 mil metros quadrados dentro da Fazenda Santa Elisa, onde fica o IAC (Instituto Agronômico de Campinas (IAC).

Segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paullela, cerca de 300 toneladas de galharia, palha de grama, lodo de esgoto, frutas, legumes e verde serão transformados em adubo orgânico. O gasto para enviar os resíduos para o aterro Estre, em Paulínia, é de R$ 2,6 milhões ao mês. A estimativa é gastar R$ 1 milhão/mês com a nova empresa. Os envelopes vão ser abertos no 11 de dezembro. A operação vai começar com mão de obra da prefeitura e depois o vencedor da licitação assume a operação. “Teremos lucro econômico e ambiental porque não teremos mais produção chorume, gás metano e carbônico”, disse o secretário.

Galharia vai virar adubo orgânico

A usina será operada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos em parceria com a Ceasa, a Sanasa e o IAC (Instituto Agronômico de Campinas).

Segundo ele, a prefeitura vai usar até 20% do adubo orgânico nas áreas verdes, como praças, parques e bosques de Campinas. Já o Instituto Agronômico também usará cerca de 20% em projetos experimentais e vai certificar o produto. O restante será comercializado pela Ceasa. “Está tudo pronto para iniciarmos a operação. Temos, inclusive, a autorização da Cetesb”, disse Paullela.

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