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Operação Sem Carnaval dispersa 21 mil pessoas em 51 festas no fim de semana

Balanço tem ainda 105 ocorrências de perturbação do sossego e 42 situações que se enquadram na Lei do Pancadão, entre outras

Band Mais

18h28 - 15/02/2021

Atualizado há 17 dias

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A Operação Sem Carnaval da Prefeitura de Campinas dispersou por volta de 21 mil pessoas, que estavam em 51 festas clandestinas e situações de aglomeração em diversas regiões da cidade entre a noite de sexta-feira, dia 12 de fevereiro, até a madrugada de ontem para esta segunda-feira, dia 15 de fevereiro. A força-tarefa reuniu os órgãos de fiscalização do município, a Guarda Municipal e a Polícia Militar.  

Segundo o comandante da Guarda Municipal de Campinas, Márcio Frizarin, os eventos reuniram jovens aglomerados, sem cuidados de higiene ou uso de máscaras. As medidas sanitárias para prevenção e combate à pandemia da covid-19 foram fiscalizadas  O balanço da ação do último final de semana também inclui: 105 ocorrências de perturbação do sossego público; 42 situações que se enquadraram na Lei do Pancadão (som alto em veículos), que resultou na apreensão de 10 carros e uma moto; 152 autuações de trânsito em locais de pancadão e aglomeração de pessoas; 45 orientações sobre o descumprimento das medidas sanitárias; 57 fechamentos de locais que não cumpriam as medidas sanitárias (pessoas sem máscara, falta de álcool em gel, falta de distanciamento social); duas autuações por falta de máscara de proteção individual; um roubo a pedestre, em que uma pessoa foi presa e um celular recuperado; e um carro apreendido, ocorrência em que o motorista foi preso por estar dirigindo embriagado.   

Além destes números da Guarda Municipal e da Emdec, a Secretaria de Planejamento e Urbanismo, Vigilância Sanitária e Setec vistoriaram outros 141 estabelecimentos comerciais, que resultaram em 24 intimações, 25 multas e 13 fechamentos também entre sexta-feira à noite e a madrugada desta segunda-feira.   

“Na região do Ouro Verde, no sábado à noite, fizemos uma intervenção que acabou com uma festa clandestina com mais de três mil pessoas, com pessoas até vindas de outras cidades e outros Estados. Foi uma intervenção rápida, sem o uso de força”, explicou o comandante Márcio Frizarin.   

Sem Carnaval  

A força-tarefa de fiscalização da Prefeitura teve início na sexta à noite e foi batizada de Operação Sem Carnaval para coibir bailes e festas clandestinas, que estão proibidos para evitar aglomerações devido à pandemia da covid-19 e foi intensificada no período em que ocorreriam as festas e desfiles de blocos da festa do Momo.  O secretário municipal de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública de Campinas, Christiano Biggi, disse que a Guarda Municipal esteve nas ruas com efetivo ampliado, como seria em uma época normal de Carnaval. Além da GM e da PM, a fiscalização contou com fiscais dos outros setores que compõe a força-tarefa da Prefeitura: Vigilância Sanitária, do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) da Secretaria Municipal de Saúde; Defesa Civil; Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo (Seplurb) e Setec (Serviços Técnicos Gerais).  

Os estabelecimentos que não cumprem as orientações sanitárias contra o novo coronavírus recebem multa no valor de 400 UFICs (Unidades Fiscais de Campinas), equivalente a R$ 1.515,44. Em caso de reincidência, a multa dobra. Nos casos de flagrante de aglomeração, Guarda Municipal atuou na dispersão das pessoas, dentro das medidas de segurança previstas para evitar tumultos. Valor da multa de carro flagrado com som alto pela Lei do Pancadão é de 500 Unidades Fiscais de Campinas (UFICs) na primeira infração, ou seja, R$ 1.894,30. Legislação prevê que, em caso de reincidência, a multa dobra e depois quadruplica. Também podem ser aplicadas penalidades de trânsito, como se o veículo estiver estacionado em lugar proibido, em cima de calçada, por exemplo. A pessoa também paga as taxas de guincho e diárias de permanência no pátio.  

O efetivo da Guarda Municipal de Campinas e os órgãos de fiscalização da Prefeitura continuam nas ruas para coibir aglomerações e descumprimento das medidas sanitárias de combate ao novo coronavírus.  A Prefeitura de Campinas possui um canal de comunicação, o telefone 156, para recebimento de denúncias da população. A Guarda Municipal também pode ser acionada sobre as irregularidades pelo telefone 153.

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