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Pacote de corte de despesas atinge servidores e congela salário do prefeito de Campinas

Pagamento de horas extras e dissídio foi suspenso; locação de imóveis e novas contratações estão vedadas

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

16h08 - 07/05/2020

Atualizado há 29 dias

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O prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), publica nesta sexta-feira (07/05), decreto de um pacote de corte de despesas que atinge servidores e prevê suspensão e revisão de contratos tanto na administração direta quanto na indireta durante todo o ano de 2020. Prefeitura não tem o valor que irá economizar com o pacote.

A prefeitura vai suspender o pagamento de horas extras e do dissídio aos servidores da cidade. A autorização para trabalhar além da jornada normal vai ser permitida apenas para as áreas de Saúde, Assistência Social, Urbanismo, Planejamento e Segurança Pública. Já a negociação do dissídio se dá sempre em maio. Com essa decisão, o prefeito suspende qualquer conversa com o funcionalismo.

Os salários do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais terão os salários congelados.

A prefeitura vai suspender prorrogação ou novos contratos de aquisição de imóveis, veículo, equipamentos e de cursos e treinamentos, além de compra de passagem área, entre outras despesas.

A administração também suspendeu a locação de imóveis.

As despesas com energia elétrica e gás devem se limitar ao gasto de 2019.

Já os gastos com gastos de viagens como pedágios, diárias de hotéis o gasto será limitado a 40% do consumido no ano passado. Já o custo da locação de veículos, consumo de combustíveis deve ser o mesmo de 2019.

A prefeitura também suspendeu a contratação de novos servidores, exceto as áreas de saúde e assistência social.

Salário de maio

O prefeito disse que vai pagar os salários dos servidores. Devido a uma queda de receita de 30% na receita, o prefeito havia dito, na semana passada, que iria garantir o pagamento apenas dos funcionários de Saúde e Assistência Social. “Iremos conseguir pagar tanto os salários quanto o vale-alimentação”, disse ele.

O custo da folha mensal é de R$ 175 milhões.

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