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Prefeitura adia consulta sobre Escola Cívico-Militar em Campinas

Reunião estava marcada para esta quinta-feira (05/12)

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14h38 - 03/12/2019

Atualizado há 4 meses

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A Secretaria de Educação suspendeu a consulta à comunidade escolar para transformar a EMEF Odila Maia Rocha Brito, no Jardim São Domingos, em Escola Cívico-Militar, que estava marcada para esta quinta-feira (05/12), às 11h. A decisão foi tomada a pedido do MEC (Ministério da Educação e Cultura) que pediu uma reunião com os profissionais da Secretaria de Educação de Campinas antes da consulta pública. Os educadores irão a Brasília na próxima semana.

A nova reunião com pais, alunos e professores da Odila Maia Rocha Brito foi marcada para o dia 18 de dezembro. . A escola vai integrar o programa do governo federal que vai implantar, em 2020, 54 unidades escolares com esse modelo no Brasil.

Consulta

De acordo com a Secretaria de Educação de Campinas, a população poderá participar, mas apenas os integrantes da comunidade escolar – pais, alunos e funcionários – terão direito ao voto.

A escola foi escolhida porque atende aos critérios exigidos pelo MEC (Ministério de Educação) como, por exemplo, menor Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), ser uma unidade do 6º ao 9º ano, ter entre 500 e 1000 alunos e estar localizada uma área de vulnerabilidade social.

A unidade escolar tem 775 alunos e 45 funcionários.

O novo modelo educacional será adotada a partir do ano que vem.

Repúdio

O vereador Gustavo Petta (PCdoB) entregou ao MP (Ministério Público) um manifesto em defesa da escola pública, democrática, gratuita, laica, de gestão pública e de repúdio à instalação de escola cívico-militar em Campinas. O documento é assinado por várias entidades como, por exemplo, Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Adunicamp (Associação de Docentes da Unicamp), UCES (União Campineira dos Estudantes Secundaristas), Sinpro (Sindicato dos Professores).

No documento, os educadores dizem que “a ‘opção’ por uma escola pública militarizada não é uma questão de responsabilidade dos pais exclusivamente, ou de ‘foro íntimo’. Este é um debate de todos os professores, estudantes, pais e da comunidade do entorno da escola”.

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