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Presidente da Alesp irá proibir homenagem a Pinochet

Homenagem seria feita no Dia Internacional dos Direitos Humanos

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12h25 - 21/11/2019

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O presidente da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo, Cauê Macris (PSDB), disse nesta quarta-feira (20/11), que vai proibir a realização de uma homenagem ao ditador chileno Augusto Pinochet, que aconteceria no dia 10 de dezembro. Macris anunciou a decisão de cancelar a proposta feita pelo deputado estadual Frederico d´Ávila (PSL) pelo Twitter.

O evento ocorreria na data em que é celebrado o dia Internacional dos Direitos Humanos e 13 anos da morte do general chileno.

No Twitter, o deputado disse que assina nesta quinta-feira (21/11) um ato para impedir a solenidade. A medida será publicada, amanhã (22/11). no Diário Oficial do Estado. “Racismo, preconceito e discriminação não cabem mais na sociedade atual. Respeito e igualdade são obrigações de todos. A luta é grande, mas as conquistas valem a pena!”, escreveu o deputado na rede social.

Texto do presidente da Alesp sobre o evento

D’Avila diz que pretendia homenagear o ditador por considerar que Pinochet “conduziu seu governo de forma brilhante, impedindo que o cenário ditatorial e violador de direitos humanos cubano e soviético da época se instalasse no seio da sociedade chilena”.

Explicou também que chegou a hora de acabar as exaltações terroristas como heróis. “O presidente, em dezessete anos de governo, transformou o Chile na economia mais pujante da América Latina”.

No site da Alesp , o sobrenome Pinochet foi omitido. “Ato solene em memória do Presidente Augusto P. Ugarte”

Deputado Frederico D´Avilla, autor do pedido de homenagem ao ditador chileno

O general governou o Chile por 17 anos e mais de 3 mil pessoas morreram e 38 mil foram torturadas durante a ditadura chilena.

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