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Pressão sobre leitos de UTI aumenta e AME e Unicamp estão superlotados

Hospitais da Prefeitura de Campinas tem apenas 6 leitos de UTI disponíveis para pacientes com covid-19

Rose Guglielminetti, Blog da Rose

15h04 - 26/05/2020

Atualizado há 7 meses

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A pressão sobre a ocupação dos leitos de UTI para pacientes com covid-19 tem aumentado nos últimos dias. O secretário de Saúde de Campinas, Carmino de Souza, disse que os leitos, principalmente, nos hospitais públicos estão superlotados. Hospital de Clínicas da Unicamp e AME (Ambulatório Médico de Especialidades, por exemplo, não tem mais leitos disponíveis. Porém, a ocupação nos hospitais privados também tem registrado alta.

Dados da Devisa (Departamento de Vigilância Sanitária) desta terça-feira (26/05) apontam que 86% dos leitos de UTI do SUS estão ocupados. Já na rede privada, o índice é de 63%. A cidade tem 680 leitos.

Em relação ao leitos de UTI para pacientes covid-19 a situação é mais dramática. Nos hospitais da prefeitura, a ocupação é de 92%. Restam apenas seis leitos disponíveis. Hoje há 71 pessoas internadas.

No SUS estadual, leia-se AME e Unicamp, não há mais leitos. A ocupação é de 100%. Nestas duas unidades de saúde estão internadas 42 pessoas. No período da manhã, o secretário disse que tanto o AME quanto a Unicamp tinham um leito disponível cada um. A situação mudou agora à tarde.

A situação fica um pouco mais tranquila na rede privada para o atendimento ao paciente contaminado com coronavírus. A ocupação é de 59%. São 58 pessoas internadas, mas há 40 leitos livres.

Estamos pressionados por leitos de UTI para covid-19. É importante a população saber que vamos garantir o acesso. Vamos ampliar o número de leitos”  

Carmino de Sousa, secretário de Saúde

De acordo com a Saúde, os pacientes de covid-19 ficam, em média, quatro semanas internados, sendo que metade deste período em leitos de UTI.

A prefeitura vai amentar 35 novos leitos de UTI nos hospitais Ouro Verde e Mário Gatti.

Médico

O secretário divulgou os dados após publicação de um médico do Hospital Ouro Verde que disse que o atendimento estava um caos. Tanto ele quanto o prefeito disseram que não tem nada contra o comentário do médico, mas ressaltou que ele não tem a visão de todo o atendimento, já que ele é médico de pronto-socorro.

O médico alertou que não havia mais leitos e que a população deveria ficar em casa para evitar a disseminação do coronavírus entre a população.

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