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Professores de faculdade em Sorocaba auxiliam na produção de máscaras

Foram entregues 600 peças

Band Mais

09h36 - 26/05/2020

Atualizado há 7 meses

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Com a pandemia causada pelo novo Coronavírus, o Senai-SP iniciou a produção de 600 mil máscaras hospitalares e a meta é chegar a um milhão de máscaras que serão doadas a diversos hospitais.

A fabricação das máscaras envolve profissionais entre docentes, ex-alunos e voluntários, como comenta o coordenador de Ensino Superior do Senai-SP, Danilo de Jesus Oliveira.

Em Sorocaba, profissionais da faculdade Esamc participaram como voluntários da produção das máscaras e, para eles, foi uma oportunidade de unir familiares e superar o receio de não saber costurar.

A coordenadora dos cursos de Comunicação da Esamc Sorocaba, Quelen Torres, conta que a ideia de ajudar nesse momento de quarentena surgiu em uma conversa por aplicativo entre os professores e demais colaboradores da unidade de ensino também decidiram ajudar. Para isso, a faculdade emprestou máquinas de costura utilizadas no curso de Moda e foram feitas 600 máscaras. “Para mim, foi extremamente gratificante saber que podemos usar o nosso tempo para auxiliar as pessoas em um momento tão crítico. Coloquei minhas filhas para ajudar, aproveitei a oportunidade para envolver a família e conscientizar a minha filha que ainda é criança sobre a importância da solidariedade”, conta Quelen.

Ajuda aos profissionais de saúde

A professora Jéssica Bastida Raszl diz que todo esse trabalho com as máscaras foi especial, pois contou com a ajuda da mãe dela. “Participar dessa ação foi, em primeiro lugar, especial por saber que pude ajudar os profissionais da saúde com o pouco que aprendi com a minha mãe sobre costura, quando eu era criança. E em segundo, e tão importante quanto, deixar minha mãe com a cabeça ativa e ver a realização dela em poder contribuir. Valeu muito a pena!”, comenta Jessica.

Quem também citou a alegria em poder contribuir com os profissionais de saúde foi Laís Machado, recém-formada em Moda pela faculdade. “Fiquei muito feliz de poder fazer as máscaras e ajudar de alguma maneira as pessoas que estão trabalhando diretamente para combater esse vírus e salvar nossas vidas”, afirma.

Para a coordenadora de Marketing da Esamc, Flávia Góes, o trabalho com as máscaras ajudou a superar medos. “Nunca costurei, tinha receio de não acertar, mas estava muito disposta a ajudar e resolvi deixar meu medo de lado e, nesse momento difícil, ocupar meu tempo fazendo o bem e isso trouxe muitas realizações para mim”, diz Flávia.

Professores durante a entrega das peças

As máscaras estão sendo produzidas com Tecido Não Tecido (TNT) odonto-médico hospitalar, próprio para a confecção de máscaras cirúrgicas. O tecido é cortado em máquina especial na Escola Senai Francisco Matarazzo, da Capital. Em seguida, o material é separado e enviado para outras 13 escolas do Senai-SP, que além da primeira, também realizam o processo de confecção das máscaras. Depois, elas são encaminhadas para duas escolas, uma em Campinas e outra em São Bernardo do Campo, onde o material é esterilizado por meio de autoclaves. Na etapa final, as máscaras são embaladas e seguem para a distribuição.

Em Sorocaba, nesse mês de maio, o Ciesp Sorocaba, em parceria com a Fiesp, o Senai e o Sesi, fez a doação de cinco mil máscaras à Santa Casa de Misericórdia.

Cida Haddad/ Eko Digital

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