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Divulgação CIP

Saúde

Medicamento estudado em Rio Preto recebe comprovação nos Estados Unidos

O antiviral Molnupiravir reduz o risco de hospitalização ou morte

Band Paulista

16h00 - 01/10/2021

Atualizado há 21 dias

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O Centro Integrado de Pesquisas (CIP) do Hospital de Base recebeu hoje a comprovação do medicamento Molnupiravir do FDA (Food and Drugs Administration) nos Estados Unidos dos testes da fase 3 do antiviral, pela farmacêutica Merck & Co.

Na análise interina do estudo global o molnupiravir reduziu em aproximadamente 50% o risco de hospitalização ou morte. Até o 29º dia, nenhuma morte foi relatada em pacientes que receberam molnupiravir, em comparação com oito mortes em pacientes que receberam placebo no estudo da fase 3.

A análise interina avaliou dados de 775 pacientes que foram inicialmente inscritos no estudo clínico Fase 3 MOVe-OUT até 5 de agosto de 2021. No momento da decisão de interromper o recrutamento com base nos resultados de eficácia provisórios, o ensaio estava se aproximando de 90% do recrutamento total da amostra de Fase 3 de 1.550 pacientes. O CIP do HB foi o segundo maior recrutador do Brasil, com 15 pacientes participantes do estudo.

Sobre o estudo

O MOVe-OUT (MK-4482-002) (NCT04575597) foi um estudo global de Fase 3, controlado por placebo com pacientes adultos que tiveram Covid-19, mas com um impacto da doença leve a moderada e não foram hospitalizados.

Os pacientes precisavam ter pelo menos um fator de risco para evolução desfavorável da doença e início dos sintomas até cinco dias antes da randomização. O objetivo primário do MOVe-OUT foi avaliar a eficácia do molnupiravir em comparação com o placebo, tendo como desfecho o percentual de hospitalização ou morte desde o início até o 29º dia.

A Fase 3 do MOVe-OUT foi conduzida globalmente em mais de 170 países como Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Egito, França, Alemanha, Guatemala, Israel, Itália, Japão, México, Filipinas, Polônia, Rússia, Sul África, Espanha, Suécia, Taiwan, Ucrânia, Reino Unido e Estados Unidos.

No Brasil, o tratamento está em teste em sete centros de pesquisa: três em São Paulo (dois na capital e o CIP no interior), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Bento Gonçalves (RS). Os fatores de risco mais comuns incluíram obesidade, idade avançada (> 60 anos), diabetes mellitus e doenças cardíacas.

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